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Na quarta-feira retrasada (27 de abril), à tarde, durante um encontro casual de prisioneiros das alas D e E da prisão de Domokos, o anarquista Damiano Bolano pela segunda vez ficou cara a cara com Epaminondas Korkoneas, 39 anos, o policial que matou a tiros o adolescente grego Alexis Grigoropulos em Atenas, em 6 de dezembro de 2008.
Embora nesta ocasião Korkoneas tivesse com ele um amigo, Damiano confrontou os dois e sapecou alguns tapas em ambos, que correram assustados.
[Notícia relacionada]
“Como um anarquista revolucionário tinha a obrigação de dar uma surra no assassino de um companheiro”
agência de notícias anarquistas-ana
sol nas poças d’água
carro passa espalha tarde na calçada Alonso Alvarez
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[Grécia] Policial que matou o jovem Alexis Grigoropulos levou outra surra
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[Japão] Reportagem sobre a Manifestação Anti-Nuclear de 10 de abril em Tóquio
[Em 10 de abril passado aconteceu um dia de protesto contra a energia nuclear e as armas em Koenji, Tóquio, e em outras cidades do Japão e do mundo. Um anarquista japonês mandou um breve relato descrevendo a ação em Tóquio. Confira a seguir.]Sim, a manifestação em Koenji foi incrível, ficamos surpresos com o número de participantes, 15.000! Esta foi a maior marcha que aconteceu aqui no Japão há décadas.E é importante notar que os manifestantes, em sua maioria, não estavam organizados em partidos políticos ou sindicatos, eram simplesmente indivíduos. Pude sentir o poder das massas pela primeira vez no Japão.No Japão, como você sabe, o controle nas ruas feito pela polícia é muito forte e o nosso movimento não é tão grande. Daí, sempre temos que marchar em uma “linha” da rua [“para permitir que o tráfego passe”]. Mas nesta oportunidade as pessoas tomaram um lado inteiro pela primeira vez em trinta anos!Não somente a polícia mas também nós, o/as organizadore/as, não conseguíamos controlar o movimento e a manifestação das pessoas. Foi uma Zona Anárquica (apoio mútuo) Temporária criada pelas pessoas. Esta foi a “manifestação”.E também a arte gráfica presente neste protesto foi realmente muito bem feita e deu a ele uma forte presença visual, uma inspiração para todos nós!Aqui estão os vídeos da manifestação em Tóquio:E fotos aqui:E as artes gráficas aqui:Nova manifestação antinuclearHaverá um segundo protesto antinuclear em 7 de maio no Japão. Mensagens de solidariedade internacional envie para 410nonuke[arroba]gmail.com.Mais infos:Tradução > Marcelo Yokoi
agência de notícias anarquistas-anavelho haicai
séculos depois
o mesmo frescorAlexandre Brito -
[Portugal] 1º de Maio anticapitalista e libertário é alvo de repressão brutal em Setúbal
Pelo 2º ano consecutivo realizou-se em Setúbal um 1º de Maio anticapitalista e anarquista. Ao apelo responderam cerca de 200 pessoas de diversas partes de Portugal, que se manifestaram de uma forma coesa e anti-autoritária. As palavras de ordem, bandeiras negras, verdes e negras e rubro negras e as faixas não deixavam sombra de dúvida: a guerra social, a insurreição, a recusa de submissão ao patrão, ao Estado, ao capital: ” o povo unido não precisa de partido”, “auto-organização”, “o povo organizado não precisa do Estado”, “Sabotagem… greve selvagem!”Um manifestante que enfrentou a polícia foi baleado em ambos os joelhos, pensa-se que com balas de borracha, embora fossem utilizadas armas reais. Testemunhas recolheram fotos e cápsulas de balas reais. O manifestante foi preso, tendo sido acionado imediatamente contato com advogado. Inúmeras pessoas foram feridas seja pela utilização de cassetetes seja pela utilização de gás lacrimogêneo e balas de borracha a pequena distância. Os polícias atiravam sobre garrafas vazias de modo que estilhaços atingissem os manifestantes. Pequenos grupos em fuga foram perseguidos tendo sido atiradas balas de borracha que atingiam com gravidade, nalguns casos os manifestantes.Vale ressaltar a colaboração solidária da população que abrigou em suas casas alguns dos feridos com gravidade. A polícia barrou o final da manifestação e iniciou a repressão. Muitas pessoas atingidas no pescoço e muitas nas costas e abdômen.O que se assistiu em Setúbal foi uma tentativa de impor terrorismo policial numa manifestação pujante e solidária plena de revolta perante uma situação insustentável: o ataque capitalista e a ingerência do FMI em Portugal.Emília Cerqueira
agência de notícias anarquistas-anaVamo-nos, vejamos
a neve caindo
de fadiga.Matsuo Bashô -
[França] Lyon: Uma TAZ contra o Estado fascista francês
No dia 10 de abril, domingo, ocorreu na Place de la Croix-Rousse (Praça da Cruz Vermelha), em Lyon, uma TAZ (Zona Autônoma Temporária) contra a lei LOPPSI 2, com o lema: “Manifestival por nossas liberdades”. O acampamento de resistência reuniu centenas de pessoas, entre crianças e adultos, num ambiente divertido, animado e subversivo.O evento contou com diversas atividades: bate-papos, feira de trocas e sem preço, concertos, teatro, performances, roda de brincadeiras, pinturas etc.Recentemente, a Assembléia Nacional Francesa aprovou em primeira instância a Lei de Orientação e Programação para a Segurança Interior, a lei LOPPSI 2. O objetivo das autoridades francesas com essa lei draconiana é “tornar a França um lugar mais seguro”, permitindo que o governo instale trojans nos computadores dos usuários para monitorá-los.A LOPPSI 2 abrange diversas áreas, como criminalização do roubo de identidade na web e pedofilia, e prevê maior investimento da polícia na ampliação do banco de dados de DNA, monitoramento do acesso à internet, grampos de linhas telefônicas, entre outros assuntos.Uma das propostas da lei LOPPSI 2 obriga provedores de acesso a bloquear ou filtrar sites que o governo determinar.Para ampliar esta luta contra a lei LOPPSI 2, vários acampamentos de resistência e ação estão sendo organizados ao redor da França, por frentes, redes, organizações, associações, grupos, sindicatos, movimentos, formal ou informal.Galeria de imagens da TAZ:› http://www.flickr.com/photos/atelierdecreationlibertaire/with/5646818647/
agência de notícias anarquistas-anaNum vôo direto
o pássaro volta
procurando um tetoEugénia Tabosa -
[Alemanha] Milhares de pessoas participam de passeata contra a gentrificação em Hamburgo
Uma multidão de aproximadamente 6 mil pessoas participaram ontem (30 de abril) de uma passeata, em Hamburgo, contra a gentrificação e a ameaça de despejo do espaço libertário Rote Flora. O ato foi acompanhado por uma presença massiva da polícia.
Os manifestantes, muitos vestindo preto, com o rosto coberto, percorreram diversas ruas do centro de Hamburgo, carregando faixas e gritando palavras de ordem contra o desenvolvimento urbano capitalista e a ameaça de evacuação do espaço Rote Flora.Alguns grupos de anarquistas quebraram os vidros de algumas viaturas da polícia e pelo menos um carro estatal foi incendiado. Os manifestantes também atacaram a vitrine de uma imobiliária.Após a passeata houve confrontos entre manifestantes e a polícia. A polícia usou canhões de água e cassetetes para dispersar os protestantes. As forças de segurança prenderam dezenas de pessoas. A operação policial também deixou vários ativistas feridos.O Rote Flora é um antigo teatro em Schanzenviertel, Hamburgo, que foi ocupado por movimentos anarquistas. Hoje é um centro cultural alternativo.Imagens do protesto:› http://www.flickr.com/photos/pm_cheung/sets/72157626493582513/
agência de notícias anarquistas-anacasa quieta –
cochila o avô e
dorme a netaCarlos Seabra -
[Suíça] Marco Camenisch é transferido pela segunda vez em 6 meses!
O eco-anarquista preso Marco Camenisch foi transferido pela segunda vez em 6 meses. Desta vez foi levado à cadeia de Lenzburg, em Argovia. Ninguém sabe o porquê. O que está claro é que cada traslado torna-se um grande estresse para o preso. Uma situação nova, um novo regime, novos vexames.Marco precisa de nossa solidariedade! Por 20 anos está como um prisioneiro político.Envie cartas de apoio:Marco CamenischJustizvollzugsanstalt LenzburgPostfach 755600 LenzburgSuíçaUm pouco de históriaMarco Camenisch: Prisioneiro eco-anarquista suíço, ativo durante a década de 70, realizou uma campanha feroz contra a indústria nuclear, atacando torres de energia e sabotando centrais nucleares. Foi preso em 1980, mas escapou da prisão no ano seguinte, durante a fuga realizada com outros cinco presos – um guarda foi morto a tiros e outro ficou gravemente ferido. As autoridades acusaram Marco de ser o único a disparar a arma. Embora tenha sempre negado.Esteve por 10 anos foragido, vivendo nas montanhas e cooperativas, até que foi preso na Itália em 1991; durante sua detenção iniciou-se um tiroteio no qual Camenisch feriu um carabineiro, Marco também foi ferido e preso.Sua casa foi revistada e foram encontradas duas pistolas e seis bombas caseiras. Em 2002 ele foi mandado para a Suíça, onde ele está agora.Camenisch sempre manteve sua atitude contestatória, publicando de artigos em vários jornais, fazendo greves de fome e outras manifestações.
agência de notícias anarquistas-anasilenciosamente
uma aragem enfuna
as cortinas enluaradasRogério Martins -
[Canadá] A sacudida do rap conspirativo do “Test Their Logik”
A dupla de hip hop anarquista foi impedida de conviver depois de ser presa no G20Enviar rappers para a prisão por causa de um clipe parece ser um pouco demais – mas não além das possibilidades na era do G-20 de Toronto.O grupo de hip hop anarquista Test Their Logik (Teste a Lógica Deles, em tradução livre) – de volta à turnê depois de combater acusações de conspiração que os impediram de terem contato um com o outro – dizem que isso aconteceu durante junho do ano passado.Os MCs Testament e Illogik, cujos nomes reais são Darius Mirshahi e Chris Bowen, foram presos em flagrante e algemados em um domingo. Os “crimes”, até onde eles sabem, foi andarem com ativistas, planejarem protestos e fazerem um vídeo de rap convocando outras pessoas a fazerem o mesmo.O musicalmente e liricamente intenso “Invada a Reunião” – que foi assistido mais de 50.000 vezes no You Tube – retrata tumultos e danos à propriedade, e mostra protestantes com faces cobertas. Mas planejar um protesto não é ilegal, e o vídeo deles não é o primeiro de hip hop a retratar atividades criminosas. Então qual é o limite?Um dos maiores especialistas canadenses na cultura hip hop, Dalton Higgins, não tem conhecimento de nenhum caso em que letras de rap foram usadas como prova legal, mas disse que promotores americanos têm enfrentado dificuldades em fazê-lo por algumas razões.“Na America, o ato de usar as letras como uma prova na corte foi considerada uma violação da Primeira Emenda”, ele disse à NOW. “Por exemplo, é muito difícil provar na corte o que os rappers em questão de fato escreveram algumas ou todas as letras da música ou do CD”.Na manhã das prisões, Mirshahi foi rodeado por oficiais OPP (Ontario Provincial Police – Polícia Provincial de Ontário) depois de entrar no seu carro no West End, enquanto Bowen foi arrancado do protesto de solidariedade aos presos do lado de fora da prisão improvisada da Eastern Avenue. Eles foram levados para a mesma cela estilo gaiola e os oficiais os diziam repetidamente que a razão seria sua música e política radical.“Todos os guardas sabiam que éramos rappers”, disse Mirshahi à NOW no domingo, por telefone, numa das paradas da turnê em Saskatoon (Canadá). “Um deles disse algo como ‘Vocês são os rappers – vocês são o ás de espadas dessa merda”.“Por que eu sou o ás de espadas? Porque eu fiz uma música? Isso é ridículo”.Eles acabaram por ser liberados, mas não antes de aproveitar a oportunidade de entreter seus companheiros de prisão com uma canção controversa (que o escritor Tommy Thompson, numa cela próxima, descreveu como um “momento brilhante para nós, no inferno da prisão”). Essa seria sua última apresentação juntos por cinco meses.Os dois homens foram acusados de conspiração, apologia ao crime e uso de máscaras que sinalizavam intenção de cometer um crime – acusações que foram suspensas em novembro, antes que fossem sequer fornecidas provas contra eles. Até então, eles foram proibidos de relacionarem-se como condições de sua fiança – tornando impossível fazer novas músicas ou shows.“Naquele momento, eu percebi que eu tinha gasto $4.000… Aquelas eram as minhas economias para um ano inteiro”, disse Bowen.Um porta-voz da Polícia de Toronto disse que ela não tinha nenhuma informação que pudesse divulgar a respeito das prisões, enquanto a OPP disse que era contra a política dos serviços policiais falar sobre suspeitos cujas acusações tenham sido retiradas ou mantidas.Em resposta quanto as acusações que foram mantidas, um porta-voz do Ministério da Procuradoria-Geral disse que “a Coroa tem um dever permanente para avaliar a força de um caso e determinar se há perspectiva razoável de condenação. Neste caso, a Coroa determinou que baseado nas evidências disponíveis, o caso não preenchia esses requisitos”.O advogado de Mirshahi e Bowen, Russell Silverstein, disse que os seus clientes não foram as únicas pessoas a serem presas sem motivos razoáveis durante o G20.“Houve muitas pessoas que foram acusadas antes mesmo de alguém parar para analisar se haveria provas suficientes para julgá-las”, ele disse à NOW na semana passada.Enquanto acusações mantidas podem ser revividas dentro de um ano, quando foram julgados, os dois rappers acreditam estar fora da mira da justiça por agora e estão gratos por estarem fazendo música e seguindo com suas vidas.“Foi uma bênção camuflada em alguns aspectos”, declarou Bowen. “Eu sabia que, a longo prazo, isso fortaleceria nossa mensagem”.A mensagem – que fala contra autoritarismo, capitalismo e corporativização – está lado a lado com o hip hop, dub step e influencias de beats e house no novo álbum Test Their Logik, chamado “A”. Eles estão em turnê antes de seu lançamento, que será em 14 de maio, e têm um show marcado sábado em Toronto, como parte das atividades da Feira do Livro Anarquista.Quando questionados sobre se têm algum receio de que algumas pessoas considerem suas inclinações políticas repugnantes, os dois prontamente defendem-se dizendo que o que eles vêem é uma ideologia baseada na igualdade e auto-determinação.“Eu quero fazer um mundo com o mínimo de violência possível”, disse Bowen, que é também praticante de artes marciais e instrutor de yoga. “Mas se as pessoas ficam revoltadas com janelas quebradas, mas não com comunidades quebradas, eu realmente questiono seus valores”.Por Saira PeeskerFonte: NOW MagazineVídeo “Invada a Reunião”:Mais infos:Tradução > MCarol Recônditaagência de notícias anarquistas-anaComo versos livres
– ao toque dos tico-ticos –
as flores que caem…Teruko Oda -
[EUA] Dia Internacional de Solidariedade com os eco-anarquistas Marie Mason e Eric McDavid
[11 de junho de 2011! Dia Internacional de Solidariedade com os eco-anarquistas estadunidenses Marie Mason e Eric McDavid, detidos sob as duras condições prisionais e sujeitos a repressão por parte do FBI e das autoridades penitenciárias. O dia também é um chamado por todos os anarquistas presos a longo prazo em todo o mundo.]O 11 de junho começou como um dia internacional de solidariedade com o anarquista Jeff “Free” Luers, prisioneiro de longo prazo, em 2004. Naquela época, Jeff estava cumprindo 22 anos de prisão. Enfurecido pela devastação ambiental que via acontecer em uma escala global, Free queimou três picapes esportivas 4×4 de uma concessionária de carros, em Eugene, Oregon. A sentença que lhe foi imposta teve a intenção de enviar uma mensagem clara para os outros que estavam indignados com a contínua guerra do capitalismo nos ecossistemas da Terra – e para aqueles que estavam dispostos a tomar medidas para impedi-la. Free, depois de tudo, não está sozinho em sua preocupação com a mudança do clima, os combustíveis fósseis, a poluição e os organismos geneticamente modificados (OGM).Após anos de luta, Jeff e sua equipe legal obtiveram uma redução de sua pena e ele foi libertado da prisão em dezembro de 2009. Mas nos anos desde a prisão de Jeff e sua libertação, o FBI realizou uma série de indiciamentos e prisões, na tentativa de devastar comunidades de ambientalistas radicais e anarquistas. Dois dos que foram pegos no turbilhão da repressão foram Eric McDavid e Marie Mason.Eric McDavid foi preso em janeiro de 2006, após ser pego por um informante pago do governo – “Anna” – e foi acusado de conspiração. Eric – que nunca realizou qualquer ação e foi carregado do que equivale a “delito de opinião” – se recusou a cooperar com o Estado e levou o caso a julgamento. Depois de um julgamento cheio de erros, o júri condenou Eric. Ele foi condenado a quase 20 anos de prisão. Você pode encontrar mais informações sobre o caso de Eric em www.supporteric.org.Marie Mason foi presa em março de 2008, após seu ex-parceiro – Frank Ambrose – se tornar um informante do FBI. Diante de uma sentença de prisão perpétua se ela fosse a julgamento, Marie aceitou um acordo judicial em setembro de 2008, admitindo seu envolvimento no incêndio de um escritório de investigação relacionado com OGM e a destruição de um equipamento de gravação. Em sua sentença, em fevereiro do ano seguinte, recebeu uma pena de quase 22 anos. Você pode encontrar mais informações sobre o caso de Marie em www.supportmariemason.org.Marie e Eric agora compartilham a triste distinção de ter as sentenças mais longas de todos os presos ambientalistas nos Estados Unidos.Por favor, queira juntar-se a nós no Dia Internacional de Solidariedade com os eco-anarquistas presos a longo prazo, Marie Mason e Eric McDavid, em 11 de Junho. Este é um momento para lembrar os nossos amigos que estão na prisão – que continuam a luta no interior. Este é um tempo para continuar e reforçar o mesmo trabalho pelo qual Eric e Marie estão agora cumprindo na cadeia há muito tempo – a luta contra o capitalismo, a devastação ecológica, e as formas cada vez mais difusas de controle nesta sociedade da prisão.Liberdade a Marie e Eric!Liberdade a todos os presos e presas!Mais infos:Contato:› june11thsolidarity@gmail.com
agência de notícias anarquistas-analongo amarelo
do trigo só digo
fareloRicardo Silvestrin -
[Reino Unido] Ataques anti-anarquista em Londres
No início da manhã desta quinta-feira, 28 de abril, a Polícia Metropolitana de Londres invadiu várias espaços libertários na cidade, num verdadeiro espetáculo midiático. Os ataques são, aparentemente, em conexão com os recentes protestos do 26M (26 de março) e o patético casamento entre o príncipe Willian e Kate Middleton, que acontecerá na sexta-feira.O Rat Star Social Centre no sul de Londres esteve entre os espaços invadidos. Também o Offmarket em Hackney e o Community Project em Heathrow Grow. A polícia também invadiu um projeto de horta comunitária em Sipson, mas saiu sem tomar qualquer coisa.Há relatos de que até 20 pessoas podem ter sido presas. Os presos estão sendo mantidos em Harrow Road Policestation.As autoridades inglesas já baniram de Londres mais de 60 pessoas, consideradas “perturbadoras da ordem pública” e suspeitas de estar planejando ações durante o casamento real. Mais 68 pessoas foram banidas de entrar na zona de Westminster no dia 29 de abril. Cerca de 5.000 policiais estão sendo mobilizados para garantir que o casamento seja um “evento seguro e feliz”.Mais infos:agência de notícias anarquistas-anao coqueiro coqueirando
as manobras do vermelho
no branqueado do azulGuimarães Rosa -
Curtas da Grécia rebelde
Ataques incendiários em AtenasNa madrugada de 5 e 6 de abril realizou-se em Atenas uma série de ataques incendiários, em solidariedade a Simos Seisidis (mencionando também os dois em busca e captura pelo mesmo caso e Giannis Dimitraki). Em uma procura simples e sem qualquer assinatura em particular, foi assumida a responsabilidade pela queima de: uma motocicleta particular, pertencente ao policial da brigada DIAS (região de Ano Glyfada), um carro da empresa de segurança “Athens Guard Security” (Petralona), um carro da empresa de telecomunicações OTE (Thymarakia), um caixa do banco “ETE” (centro de Atenas), um caixa do “Alpha Bank” (Paleo Faliro), um caixa do “Banco de Chipre” (Ano Patisia) e um caixa da “Casa de Poupança “(Immitos).Câmara Municipal de Polihni é alvejadaNa madrugada de 11 de abril, dois artefatos incendiaram a Câmara Municipal do município Polihni (região metropolitana de Tessalônica). O ataque foi dedicado à Giannis Skouloudis e quatro companheiros, co-réus no mesmo processo, a Rami Sirianos e aos presos membros do grupo Conspiração das Células de Fogo, sendo assinado pela Federação Anarquista Informal/Célula de Consciência Ofensiva.Expropriação da livraria “Protoporia” em AtenasNa quinta-feira, 14 de abril, houve uma expropriação de livros da grande livraria “Protoporia” (“Vanguarda”), no centro de Atenas, realizada por dezenas de anarquistas. Durante a ação foram jogados panfletos ao ar, dizendo, entre outras coisas:“Contra a exploração dos chefes e a chantagem dos bens e dinheiro, optamos por atender às nossas necessidades desta maneira”; “Tudo é roubado, tudo pertence a nós”; “Expropriação aqui e agora da sociedade mercantilista”; “Destruir a alienação das relações de mercado”; “Contra a crise capitalista, ocupações – expropriações – conflitos, ações individuais e coletivas”.Atacada sede do Partido Socialista GregoÀs 22h20, em 18 de abril, dispositivos incendiários compostos de botijões de gás de acampamento e gasolina atearam fogo às portas dos gabinetes de duas figuras políticas bem conhecidas do PASOK (Partido Socialista Grego), senhoras Vaso Papandreu e Fanni Petralia. Seus escritórios estão localizados, respectivamente, no quinto andar e no mezanino do mesmo prédio, na rua Akadimias (centro de Atenas). Esta mensagem aos políticos em geral foi dedicada a “dezenas de revolucionários que estão presos nas masmorras do Estado” e assinado pela Organização “Tolerância Zero”.Anarquistas destroem as máquinas de venda e validação de bilhetes em duas estações do metrô de AtenasNa manhã de terça-feira, 19 de abril, pequenos grupos de anarquistas encapuzados entraram nas estações de metrô de Sygrou-Fix e Halandri, em Atenas e destruíram a marteladas todas as máquinas de venda e de validação de bilhetes em ambas as estações. Eles também jogaram para o ar folhetos com uma curta reivindicação assinada “Passageiros Rebeldes”.O montante do prejuízo é estimado em “centenas de milhares de euros, podendo chegar a um milhão de euros”, segundo declarações da empresa. Nenhuma pessoa foi detida.Organização 6 de Dezembro assume responsabilidade por ataque com bomba em AtenasHá poucos dias, a Organização 6 de Dezembro, com uma extensa declaração intitulada “Silêncio é Obediência. Vale a pena viver para um sonho. Reflexões sobre o desenvolvimento de um programa de desestabilização” – assumiu a responsabilidade de plantar uma bomba no edifício da Fazenda Pública, no município de Neos Kosmos (Atenas), em 23 de março de 2011. Então, depois de uma chamada de alerta, o edifício foi evacuado e a bomba, feita com explosivos e um temporizador automático, escondida no banheiro, não explodiu. O ataque mais conhecido deste grupo foi um forte dispositivo que explodiu no Ministério da Imprensa (centro de Atenas), em 15 de janeiro de 2010. A Organização 6 de Dezembro apareceu pela primeira vez em 21 de dezembro de 2008, através da assinatura do ato simbólico do envio de balas 9mm para o criminologista Alexis Kougias (que por sua vez, é o advogado de defesa do policial Korkoneas, assassino de Aleksandros Grigoropoulos) e o famoso jornalista-informante Giannis Pretenderis. Em seguida, em 4 de janeiro de 2009, incendiaram com cilindros de gás e gasolina à Sede Regional do partido Nea Dimokratia e, em 5 fevereiro de 2009, de forma semelhante, atacaram o escritório de H. Markogiannakis, o então Ministro do Interior substituto, e responsável pelas questões da chamada Ordem Pública.
agência de notícias anarquistas-anaA nuvem atenua
O cansaço das pessoas
Olharem a lua.Matsuo Bashô







































