Categoria: Programação da Cordel

  • Solidariedade na construção de meios seguros para a Cordel Libertário

    A internet já há muito tempo tem sido um espaço que vem sendo utilizado pelo aparato repressor do E$tado e das Empresas, para rastrear, perseguir e prender companheirxs libertárixs e anarquistas do mundo todo.  Por isso na busca de construir um espaço de comunicação libertário e anarquista que seja mais seguro, anônimo, e contribua de forma mais efetiva para a organização e luta, nós da Rádio Cordel Libertário pretendemos iniciar a migração de todos os meios que atualmente utilizamos na internet (blog, redes sociais, servidores, etc) para plataformas mais seguras. (Construímos um texto que debate a In-segurança Digital em que todxs nós estamos envolvidxs “Devemos admitir, caímos na Armadilha da Internet”).
    Decidimos correr o risco de talvez perder a visibilidade que construímos durante esses 3 anos e meio, mas acreditamos que podemos estabelecer uma rede de comunicação segura com as parcerias (individuxs e coletivos) que construímos ao longo desses anos.
    É para essas parcerias que gostaríamos de pedir ajuda para construirmos um espaço de comunicação que seja mais seguro para todxs nós. Toda contribuição é bem vinda, seja no auxilio técnico ou mesmo dando dicas e informações.
    Enquanto tivermos fazendo essa migração a programação da Rádio Cordel Libertário poderá ter uma pausa, por isso pedimos a compreensão de todxs, e esperamos em breve retornar com as transmissões ao vivo semanais.
    Estaremos recebendo as contribuições de todxs pelo e-mail seguro: radiocordel-libertario@riseup.net
    Ou também na Página da Cordel Libertário na Rede Social We: https://we.riseup.net/cordel-libertario

       
  • Solidariedade na construção de meios seguros para a Cordel Libertário

    A internet já há muito tempo tem sido um espaço que vem sendo utilizado pelo aparato repressor do E$tado e das Empresas, para rastrear, perseguir e prender companheirxs libertárixs e anarquistas do mundo todo.  Por isso na busca de construir um espaço de comunicação libertário e anarquista que seja mais seguro, anônimo, e contribua de forma mais efetiva para a organização e luta, nós da Rádio Cordel Libertário pretendemos iniciar a migração de todos os meios que atualmente utilizamos na internet (blog, redes sociais, servidores, etc) para plataformas mais seguras. (Construímos um texto que debate a In-segurança Digital em que todxs nós estamos envolvidxs “Devemos admitir, caímos na Armadilha da Internet”).
    Decidimos correr o risco de talvez perder a visibilidade que construímos durante esses 3 anos e meio, mas acreditamos que podemos estabelecer uma rede de comunicação segura com as parcerias (individuxs e coletivos) que construímos ao longo desses anos.
    É para essas parcerias que gostaríamos de pedir ajuda para construirmos um espaço de comunicação que seja mais seguro para todxs nós. Toda contribuição é bem vinda, seja no auxilio técnico ou mesmo dando dicas e informações.
    Enquanto tivermos fazendo essa migração a programação da Rádio Cordel Libertário poderá ter uma pausa, por isso pedimos a compreensão de todxs, e esperamos em breve retornar com as transmissões ao vivo semanais.
    Estaremos recebendo as contribuições de todxs pelo e-mail seguro: radiocordel-libertario@riseup.net
    Ou também na Página da Cordel Libertário na Rede Social We: https://we.riseup.net/cordel-libertario

       
  • Devemos admitir, caímos na Armadilha da Internet

    Devemos admitir, caímos na Armadilha da Internet
    por Mano da Rádio Cordel Libertário
     Introdução
    Desde o surgimento da Rádio Cordel Libertário em março de 2011 ela esteve presente na internet, utilizando de plataformas não seguras de co
    municação (Facebook, Skype, Hotmail, Twitter, Blogspot, 4shared, dropbox, etc), e durante todos esses anos esses espaços foram utilizados para divulgar e articular a maioria das atividades da Rádio, devido o entendimento que neles a Cordel poderia ter uma abrangência maior, o que não deixou de ser verdade, realmente ao aderir aos serviços dessas empresas foi possível estabelecer contatos que naquele momento era impossível conseguir. Mesmo com tudo isso, entendemos que hoje, mais do que nunca, no momento em que acontecem prisões e perseguições de companheirxs em vários cantos, chegamos a conclusão que isso nos trouxe mais pontos negativos do que positivos, e que colocamos em risco nossa própria segurança, além de criar uma dependência, que agora com a censura e as limitações impostas por essas empresas, estamos tendo muitas dificuldades em fazer denuncias e também de divulgar nossas atividades nesse espaços, o que nos traz o desafio de buscar formas mais seguras e permanentes de se comunicar e se organizar.
    Esse texto é fruto de um acumulo que a Rádio Cordel Libertário vem construindo ao longo desses anos (seja em transmissão ao vivo ou em oficinas presenciais) no debate sobre Segurança Digital para Ativistas, além de somar aos mais diversos grupos e coletivos que com muito esforço tem pautado esse tema também.        
    Um breve histórico da In-Segurança Digital no Bra$il
    Há um pouco mais de uma década no Bra$il iniciou um processo de expansão de um meio de comunicação até então distante de grande parte da população, eis que surge a famosa internet, que surgiu alguns anos após as privatizações das telecomunicações em 19981, durante a ditadura de FHC. Ela surgiu em uma conjuntura econômica onde o telefone era ainda a mais nova tecnologia que pessoas com um pouco mais de renda poderia ter. Para uma esmagadora parcela da população até aquele momento as principais formas de comunicação ainda eram o Rádio, a Televisão e para se comunicarem entre si estava o tradicional e secular correio.
    Diante dessa nova tecnologia a maior parte dxs usuarixs da internet tinham pouco ou nenhum conhecimento de como manejar ou se posicionar diante do que estava colocado, lembrando que nessa época ainda poderia encontrar cidades ou lugares que ainda davam as tradicionais aulas de datilografia.
    Com o objetivo de “atrair” (leia-se enganar) esses novxs usuarixs, as grandes empresas da internet (AOL, IG, BOL, Google, Microsoft, Yahoo, UOL, etc.) ofereciam alguns serviços “gratuitos”, como por exemplo, o serviço de e-mail, que em muitos casos era obrigatório a criação, devido a utilização desses mesmos provedores para a utilização da internet, que na época era discada (por meio da utilização de pulso telefônico). O e-mail inseguro foi o primeiro vínculo de controle que a maior parte dxs companheirxs libertárixs e anarquistas tiveram com as empresas monopolizantes de informação.
    A euforia era tanta que nem ao menos se via questionamentos em relação a segurança (com algumas exceções é claro, uma delas seria o pessoal das rádios livres e o centro de mídia independente, que desde a criação do site no Bra$il em dezembro de 20002 não armazenava os ips dxs usuarixs, e seus ativistas também faziam debates sobre segurança digital) mas, as pessoas em geral estavam mais focadas em como utilizar essas novas ferramentas, do que entender quem são e quais são os verdadeiros objetivos dessas empresas.
    E assim juntamente com a expansão da internet foi também se naturalizando a falta de preocupação na questão da segurança, quando muito deixando a segurança limitada somente a senha do email, como se nossos inimigos fossem somente as pessoas comuns, ou se o único jeito de qualquer pessoa ter acesso aquelas informações seria com a senha, mas em nenhum momento nos vimos preocupadxs com as empresas que forneciam esse email.
    Todxs estavam nas Redes “Sociais”, principalmente o aparato repressor do E$tado
    Algo bem maior que estava por vir, as velhas conhecidas redes “sociais”, e que no bra$il a primeira foi o que é agora obsoleto, o Orkut3, que surgiu em 2004, um serviço oferecido pela mesma empresa que desde sempre monopoliza, controla e determina as pesquisas da maior parte dxs usuarixs da internet, a Multinacional Google.
    Em pouco tempo víamos quase todos nossos contatos utilizando essa rede “social” (a partir de agora irei me referir as redes “sociais’ a partir da abreviatura RS), seja para reencontrar amizades, ou/e para utilizar na organização de manifestações, através das “comunidades”, mas na maioria das vezes de forma insegura, uma prova disso é que muitxs utilizavam seu nome completo como a identificação do perfil, prática essa que perdurou por muito tempo, até em outras RS, só mais tarde foi surgindo os fakes com a finalidade do anonimato ligado ao ativismo.
    De todas as RS que foram criadas houveram duas que foram mais difundidas mundialmente, o Twitter em 20064, e a maior de todas, o facebook (surgida em 2004 e que se tornou mais popular no brasil em 2011)5 que em um curto período de tempo foi tendo uma migração em massa da antiga RS para essa nova. E aos poucos xs companheirxs foram abandonando outros meios de comunicação como o e-mail, “obrigando” dessa forma que todxs estivessem nesse mesmo espaço para poderem se comunicar, o que fortaleceu ainda mais o monopólio dessas empresas em nossa comunicação. 
    Com as RS se intensificaram também o processo de centralização, não só dos contatos entre as pessoas, podendo agora encontrar qualquer pessoa em um só lugar, mas principalmente centralizou também as informações, podendo as empresas e os governos ter mais controle sobre o que as pessoas pensam e fazem, isso tudo é claro só acontece devido a total cumplicidade e disponibilidade das empresas fornecedoras desses serviços.
    Com o maior acesso a internet, individuxs e coletivos ativistas, com muita razão, se viram surpresxs com a facilidade de se articular e organizar através desse espaço, podendo fazer coisas que antes demandava um esforço tremendo, e assim foi criado uma ilusão no imaginário social entre xs ativistas, de que  poderia existir independência e autonomia utilizando essas ferramentas, mesmo cada vez mais nos enfiando até o pescoço nas grandes corporações.
    O Ativismo e a Internet
    Para a maior parte de integrantes de coletivos, movimentos sociais ou mesmo individuxs independentes, e isso inclue nós libertárixs e anarquistas também, para a maioria de nós a relação com a internet não foi muito diferente do que aconteceu com a maior parte da população, fomos envolvidxs na naturalização da exposição, substituindo muito rapidamente formas seguras que até então usávamos para se organizar, para utilizar agora os e-mails inseguros, blogs proprietários e as RS. Foi se abandonando cuidados construídos ao longo de muitos anos de luta, no qual sabíamos muito bem utiliza-los, porque foi desenvolvido por nós, para invés disso entrar em um ambiente nebuloso, criado e controlado pelas grandes empresas, onde todxs são somente uma peça de seu jogo, e assim aos poucos não perdemos somente a capacidade de autogerir nossa segurança, mas também de se auto-organizar.
     
    Ao mesmo tempo em que essas novas tecnologias começaram a ser utilizadas por individuxs e coletivos com a finalidade de se organizar contra governos e empresas, e isso somado ao maior acesso das pessoas a conteúdos que durante muito tempo esteve sobre propriedade das empresas (filmes, musicas, livros, etc) e que começaram a ser hackeados, junto com tudo isso foi também se ampliando o controle, que sempre existiu, mas que a partir desse momento começa a ser mais visível, através das famosas “políticas de privacidade”, que vai se modificando cada vez em um período mais curto de tempo.
    A globalização das RS também aconteceu nos coletivos e movimentos sociais, que começaram a utiliza-las como o principal meio de comunicação e organização. Assim começaram a surgir pela primeira vez na história, manifestações e protestos sendo organizado quase que exclusivamente pelas RS, levando uma quantidade enorme de pessoas para as ruas, tendo as revoltas árabes iniciada na Tunísia em dezembro de 20106 um dos maiores exemplos até então (logo mais no brasil em junho de 2013, teríamos as “revoltas de junho”).
    As Grandes Corporações da Internet a Serviço da Repressão E$tatal
    Em todos esses anos de utilização da internet, não tínhamos até então nenhum caso visível de que as informações sejam elas pública ou privada nas RS, pudessem ser utilizadas como provas para incriminar alguém, até que em 2013 começa a surgir informações sobre os primeiros casos durante as manifestações contra o aumento da tarifa de ônibus em Porto Alegre. Depois disso começaram a pipocar novos casos em diversas outras cidades como: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Natal, Goiânia, e se estendendo até o dias atuais, onde várixs companheirxs se encontram presxs ou perseguidxs pelo e$tado, e são utilizadas mesmo que muitas vezes forjadas, o rastreamento dos diferentes tipos de comunicações (internet, telefone, etc) como provas para criminalizar ativistas.

    Percebemos que atualmente a pauta da segurança, seja digital ou em geral, começa estar mais presente dentro das preocupações dxs ativistas. É importante lembrar que no bra$il durante mais de um década não tínhamos protestos na proporção que vimos em 2013, devido a dificuldade de se organizar e lutar diante da ditadura do PT (lula, dilma e cia) que foram eleitxs passando uma ideia para a população de que eram populares, e que além das cooptações das “lideranças” (estratégia principal) também criaram uma falsa esperança nos movimentos sociais.
    Dessa forma durante todos esses anos a maior dificuldade dos coletivos e movimentos sociais era agregar para junto deles pessoas novas, o que foi deixando os coletivos ou movimentos na sua maioria marcados pela presença de companheirxs oriundos das lutas da década de 90, e em particular xs libertárixs e anarquistas que muitxs eram frutos do movimento anarcopunk e da luta antiglobalização (1999/2000), e com pouca renovação dxs ativistas, mesmo com o grande esforço dxs mesmxs.
    As revoltas de junho de 2013 foi responsável por dar uma renovada nxs ativistas, aparecendo muitas pessoas interessadas em conhecer o anarquismo e se inserir nas lutas, mas no que se refere ao debate sobre a segurança dos grupos isso ainda era novo. Os motivos disso podemos entender, que além do desconhecimento dessas novas tecnologias por parte dxs ativistas, também tem grande importância a diminuição de manifestações e protestos durante tantos anos, o que fez não haver mobilizações permanentes, e assim ter pouco acúmulo.
    Retomar o controle sobre nossa Segurança e Auto-Organização
    Sabemos que quem mais tem sofrido o risco de repressão do e$tado tem sido aquelxs companheirxs que estão em enfrentamento direto com essa forças, e que na maioria dos casos são xs companheirxs libertárixs e anarquistas. Dessa forma é de extrema urgência que o debate sobre segurança seja discutido dentro de coletivos, okupas, organizações ou mesmo entre individuxs que não fazem parte de nenhum coletivo, mas que atuam isoladx ou coletivamente.
    A cada dia surgem novos casos de presxs anarquistas em várias partes do mundo (chile, bolívia, argentina, uruguai, grécia, itália, bra$il e em diversos outros lugares) e vemos que existe uma colaboração não somente entre cidades e e$tados do bra$il, mas também de governos de outros paí$es, com o objetivo de buscar novas estratégias de repressão.
    É realmente muito fascinante as facilidades tecnológicas que a cada segundo surgem, a rapidez em se comunicar etc, mas já temos condições de perceber, que nada é de graça, mesmo que não precisamos pagar diretamente por isso, nossa segurança é o preço, nossa liberdade é o preço, e se optamos em utilizar as ferramentas construídas e controladas pelas grandes corporações para se organizar estamos correndo sérios riscos.
    É mais do que nunca necessário que nós libertárixs e anarquistas retomemos a auto-organização, e construamos nossas próprias ferramentas e formas de segurança. Mesmo que para isso tenhamos que fazer escolhas e assumir os riscos. E quando for utilizar espaços não seguros, tomar o máximo de cuidado.
    Já alguns anos muitos coletivos tem construído meios seguros para a utilização da internet e de outros meios digitais, tornando cada vez mais fácil manejar essas ferramentas, o que possibilita para as pessoas leigas em conhecimento de informática utiliza-las sem muitos problemas.
    Segue alguns links em que neles poderão encontrar dicas de softwares e procedimentos de segurança:
    Tem Boi na Linha: Guia Prático de combate a vigilância na Internet. Site desenvolvido pelo CMI-RJ.
    We Riseup: Rede Social Segura
    Tutorial de como utilizar o WE
    Riseup :Email Seguro
    Para acompanhar ou entrar em contato com a Rádio Cordel Libertário:
    Grupo na Rede Social we.riseup: https://we.riseup.net/cordel-libertario
    Página da Rádio Cordel Libertário no Fachobook Inseguro: https://www.facebook.com/pages/Cordel-Libert%C3%A1rio/1406579402945433?ref=hl
    Twitter Inseguro: @RadioCordel  
    Fontes:
    1 http://pt.wikipedia.org/wiki/Privatiza%C3%A7%C3%A3o_da_Telebr%C3%A1s
    2http://docs.indymedia.org/view/Local/CmiBrasilOqueEh#Independ_ncia
    3http://pt.wikipedia.org/wiki/Orkut
    4http://pt.wikipedia.org/wiki/Twitter
    5http://pt.wikipedia.org/wiki/Facebook
    6http://pt.wikipedia.org/wiki/Primavera_%C3%81rabe

  • Devemos admitir, caímos na Armadilha da Internet

    Devemos admitir, caímos na Armadilha da Internet
    por Mano da Rádio Cordel Libertário
     Introdução
    Desde o surgimento da Rádio Cordel Libertário em março de 2011 ela esteve presente na internet, utilizando de plataformas não seguras de co
    municação (Facebook, Skype, Hotmail, Twitter, Blogspot, 4shared, dropbox, etc), e durante todos esses anos esses espaços foram utilizados para divulgar e articular a maioria das atividades da Rádio, devido o entendimento que neles a Cordel poderia ter uma abrangência maior, o que não deixou de ser verdade, realmente ao aderir aos serviços dessas empresas foi possível estabelecer contatos que naquele momento era impossível conseguir. Mesmo com tudo isso, entendemos que hoje, mais do que nunca, no momento em que acontecem prisões e perseguições de companheirxs em vários cantos, chegamos a conclusão que isso nos trouxe mais pontos negativos do que positivos, e que colocamos em risco nossa própria segurança, além de criar uma dependência, que agora com a censura e as limitações impostas por essas empresas, estamos tendo muitas dificuldades em fazer denuncias e também de divulgar nossas atividades nesse espaços, o que nos traz o desafio de buscar formas mais seguras e permanentes de se comunicar e se organizar.
    Esse texto é fruto de um acumulo que a Rádio Cordel Libertário vem construindo ao longo desses anos (seja em transmissão ao vivo ou em oficinas presenciais) no debate sobre Segurança Digital para Ativistas, além de somar aos mais diversos grupos e coletivos que com muito esforço tem pautado esse tema também.        
    Um breve histórico da In-Segurança Digital no Bra$il
    Há um pouco mais de uma década no Bra$il iniciou um processo de expansão de um meio de comunicação até então distante de grande parte da população, eis que surge a famosa internet, que surgiu alguns anos após as privatizações das telecomunicações em 19981, durante a ditadura de FHC. Ela surgiu em uma conjuntura econômica onde o telefone era ainda a mais nova tecnologia que pessoas com um pouco mais de renda poderia ter. Para uma esmagadora parcela da população até aquele momento as principais formas de comunicação ainda eram o Rádio, a Televisão e para se comunicarem entre si estava o tradicional e secular correio.
    Diante dessa nova tecnologia a maior parte dxs usuarixs da internet tinham pouco ou nenhum conhecimento de como manejar ou se posicionar diante do que estava colocado, lembrando que nessa época ainda poderia encontrar cidades ou lugares que ainda davam as tradicionais aulas de datilografia.
    Com o objetivo de “atrair” (leia-se enganar) esses novxs usuarixs, as grandes empresas da internet (AOL, IG, BOL, Google, Microsoft, Yahoo, UOL, etc.) ofereciam alguns serviços “gratuitos”, como por exemplo, o serviço de e-mail, que em muitos casos era obrigatório a criação, devido a utilização desses mesmos provedores para a utilização da internet, que na época era discada (por meio da utilização de pulso telefônico). O e-mail inseguro foi o primeiro vínculo de controle que a maior parte dxs companheirxs libertárixs e anarquistas tiveram com as empresas monopolizantes de informação.
    A euforia era tanta que nem ao menos se via questionamentos em relação a segurança (com algumas exceções é claro, uma delas seria o pessoal das rádios livres e o centro de mídia independente, que desde a criação do site no Bra$il em dezembro de 20002 não armazenava os ips dxs usuarixs, e seus ativistas também faziam debates sobre segurança digital) mas, as pessoas em geral estavam mais focadas em como utilizar essas novas ferramentas, do que entender quem são e quais são os verdadeiros objetivos dessas empresas.
    E assim juntamente com a expansão da internet foi também se naturalizando a falta de preocupação na questão da segurança, quando muito deixando a segurança limitada somente a senha do email, como se nossos inimigos fossem somente as pessoas comuns, ou se o único jeito de qualquer pessoa ter acesso aquelas informações seria com a senha, mas em nenhum momento nos vimos preocupadxs com as empresas que forneciam esse email.
    Todxs estavam nas Redes “Sociais”, principalmente o aparato repressor do E$tado
    Algo bem maior que estava por vir, as velhas conhecidas redes “sociais”, e que no bra$il a primeira foi o que é agora obsoleto, o Orkut3, que surgiu em 2004, um serviço oferecido pela mesma empresa que desde sempre monopoliza, controla e determina as pesquisas da maior parte dxs usuarixs da internet, a Multinacional Google.
    Em pouco tempo víamos quase todos nossos contatos utilizando essa rede “social” (a partir de agora irei me referir as redes “sociais’ a partir da abreviatura RS), seja para reencontrar amizades, ou/e para utilizar na organização de manifestações, através das “comunidades”, mas na maioria das vezes de forma insegura, uma prova disso é que muitxs utilizavam seu nome completo como a identificação do perfil, prática essa que perdurou por muito tempo, até em outras RS, só mais tarde foi surgindo os fakes com a finalidade do anonimato ligado ao ativismo.
    De todas as RS que foram criadas houveram duas que foram mais difundidas mundialmente, o Twitter em 20064, e a maior de todas, o facebook (surgida em 2004 e que se tornou mais popular no brasil em 2011)5 que em um curto período de tempo foi tendo uma migração em massa da antiga RS para essa nova. E aos poucos xs companheirxs foram abandonando outros meios de comunicação como o e-mail, “obrigando” dessa forma que todxs estivessem nesse mesmo espaço para poderem se comunicar, o que fortaleceu ainda mais o monopólio dessas empresas em nossa comunicação. 
    Com as RS se intensificaram também o processo de centralização, não só dos contatos entre as pessoas, podendo agora encontrar qualquer pessoa em um só lugar, mas principalmente centralizou também as informações, podendo as empresas e os governos ter mais controle sobre o que as pessoas pensam e fazem, isso tudo é claro só acontece devido a total cumplicidade e disponibilidade das empresas fornecedoras desses serviços.
    Com o maior acesso a internet, individuxs e coletivos ativistas, com muita razão, se viram surpresxs com a facilidade de se articular e organizar através desse espaço, podendo fazer coisas que antes demandava um esforço tremendo, e assim foi criado uma ilusão no imaginário social entre xs ativistas, de que  poderia existir independência e autonomia utilizando essas ferramentas, mesmo cada vez mais nos enfiando até o pescoço nas grandes corporações.
    O Ativismo e a Internet
    Para a maior parte de integrantes de coletivos, movimentos sociais ou mesmo individuxs independentes, e isso inclue nós libertárixs e anarquistas também, para a maioria de nós a relação com a internet não foi muito diferente do que aconteceu com a maior parte da população, fomos envolvidxs na naturalização da exposição, substituindo muito rapidamente formas seguras que até então usávamos para se organizar, para utilizar agora os e-mails inseguros, blogs proprietários e as RS. Foi se abandonando cuidados construídos ao longo de muitos anos de luta, no qual sabíamos muito bem utiliza-los, porque foi desenvolvido por nós, para invés disso entrar em um ambiente nebuloso, criado e controlado pelas grandes empresas, onde todxs são somente uma peça de seu jogo, e assim aos poucos não perdemos somente a capacidade de autogerir nossa segurança, mas também de se auto-organizar.
     
    Ao mesmo tempo em que essas novas tecnologias começaram a ser utilizadas por individuxs e coletivos com a finalidade de se organizar contra governos e empresas, e isso somado ao maior acesso das pessoas a conteúdos que durante muito tempo esteve sobre propriedade das empresas (filmes, musicas, livros, etc) e que começaram a ser hackeados, junto com tudo isso foi também se ampliando o controle, que sempre existiu, mas que a partir desse momento começa a ser mais visível, através das famosas “políticas de privacidade”, que vai se modificando cada vez em um período mais curto de tempo.
    A globalização das RS também aconteceu nos coletivos e movimentos sociais, que começaram a utiliza-las como o principal meio de comunicação e organização. Assim começaram a surgir pela primeira vez na história, manifestações e protestos sendo organizado quase que exclusivamente pelas RS, levando uma quantidade enorme de pessoas para as ruas, tendo as revoltas árabes iniciada na Tunísia em dezembro de 20106 um dos maiores exemplos até então (logo mais no brasil em junho de 2013, teríamos as “revoltas de junho”).
    As Grandes Corporações da Internet a Serviço da Repressão E$tatal
    Em todos esses anos de utilização da internet, não tínhamos até então nenhum caso visível de que as informações sejam elas pública ou privada nas RS, pudessem ser utilizadas como provas para incriminar alguém, até que em 2013 começa a surgir informações sobre os primeiros casos durante as manifestações contra o aumento da tarifa de ônibus em Porto Alegre. Depois disso começaram a pipocar novos casos em diversas outras cidades como: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Natal, Goiânia, e se estendendo até o dias atuais, onde várixs companheirxs se encontram presxs ou perseguidxs pelo e$tado, e são utilizadas mesmo que muitas vezes forjadas, o rastreamento dos diferentes tipos de comunicações (internet, telefone, etc) como provas para criminalizar ativistas.

    Percebemos que atualmente a pauta da segurança, seja digital ou em geral, começa estar mais presente dentro das preocupações dxs ativistas. É importante lembrar que no bra$il durante mais de um década não tínhamos protestos na proporção que vimos em 2013, devido a dificuldade de se organizar e lutar diante da ditadura do PT (lula, dilma e cia) que foram eleitxs passando uma ideia para a população de que eram populares, e que além das cooptações das “lideranças” (estratégia principal) também criaram uma falsa esperança nos movimentos sociais.
    Dessa forma durante todos esses anos a maior dificuldade dos coletivos e movimentos sociais era agregar para junto deles pessoas novas, o que foi deixando os coletivos ou movimentos na sua maioria marcados pela presença de companheirxs oriundos das lutas da década de 90, e em particular xs libertárixs e anarquistas que muitxs eram frutos do movimento anarcopunk e da luta antiglobalização (1999/2000), e com pouca renovação dxs ativistas, mesmo com o grande esforço dxs mesmxs.
    As revoltas de junho de 2013 foi responsável por dar uma renovada nxs ativistas, aparecendo muitas pessoas interessadas em conhecer o anarquismo e se inserir nas lutas, mas no que se refere ao debate sobre a segurança dos grupos isso ainda era novo. Os motivos disso podemos entender, que além do desconhecimento dessas novas tecnologias por parte dxs ativistas, também tem grande importância a diminuição de manifestações e protestos durante tantos anos, o que fez não haver mobilizações permanentes, e assim ter pouco acúmulo.
    Retomar o controle sobre nossa Segurança e Auto-Organização
    Sabemos que quem mais tem sofrido o risco de repressão do e$tado tem sido aquelxs companheirxs que estão em enfrentamento direto com essa forças, e que na maioria dos casos são xs companheirxs libertárixs e anarquistas. Dessa forma é de extrema urgência que o debate sobre segurança seja discutido dentro de coletivos, okupas, organizações ou mesmo entre individuxs que não fazem parte de nenhum coletivo, mas que atuam isoladx ou coletivamente.
    A cada dia surgem novos casos de presxs anarquistas em várias partes do mundo (chile, bolívia, argentina, uruguai, grécia, itália, bra$il e em diversos outros lugares) e vemos que existe uma colaboração não somente entre cidades e e$tados do bra$il, mas também de governos de outros paí$es, com o objetivo de buscar novas estratégias de repressão.
    É realmente muito fascinante as facilidades tecnológicas que a cada segundo surgem, a rapidez em se comunicar etc, mas já temos condições de perceber, que nada é de graça, mesmo que não precisamos pagar diretamente por isso, nossa segurança é o preço, nossa liberdade é o preço, e se optamos em utilizar as ferramentas construídas e controladas pelas grandes corporações para se organizar estamos correndo sérios riscos.
    É mais do que nunca necessário que nós libertárixs e anarquistas retomemos a auto-organização, e construamos nossas próprias ferramentas e formas de segurança. Mesmo que para isso tenhamos que fazer escolhas e assumir os riscos. E quando for utilizar espaços não seguros, tomar o máximo de cuidado.
    Já alguns anos muitos coletivos tem construído meios seguros para a utilização da internet e de outros meios digitais, tornando cada vez mais fácil manejar essas ferramentas, o que possibilita para as pessoas leigas em conhecimento de informática utiliza-las sem muitos problemas.
    Segue alguns links em que neles poderão encontrar dicas de softwares e procedimentos de segurança:
    Tem Boi na Linha: Guia Prático de combate a vigilância na Internet. Site desenvolvido pelo CMI-RJ.
    We Riseup: Rede Social Segura
    Tutorial de como utilizar o WE
    Riseup :Email Seguro
    Para acompanhar ou entrar em contato com a Rádio Cordel Libertário:
    Grupo na Rede Social we.riseup: https://we.riseup.net/cordel-libertario
    Página da Rádio Cordel Libertário no Fachobook Inseguro: https://www.facebook.com/pages/Cordel-Libert%C3%A1rio/1406579402945433?ref=hl
    Twitter Inseguro: @RadioCordel  
    Fontes:
    1 http://pt.wikipedia.org/wiki/Privatiza%C3%A7%C3%A3o_da_Telebr%C3%A1s
    2http://docs.indymedia.org/view/Local/CmiBrasilOqueEh#Independ_ncia
    3http://pt.wikipedia.org/wiki/Orkut
    4http://pt.wikipedia.org/wiki/Twitter
    5http://pt.wikipedia.org/wiki/Facebook
    6http://pt.wikipedia.org/wiki/Primavera_%C3%81rabe

  • Já Disponível para Baixar “Direto do Front: Mídias Autônomas nos Protestos Anti-Copa”

    Já está Disponível para BAIXAR ou mesmo ESCUTAR em nosso blog o Aúdio do Programa AO VIVO “Direto do Front: Mídias Autônomas nos Protestos Anti-Copa” realizado dia 17/07/2014, sendo o quinto programa da série “Rompendo Fronteiras: Construindo Mídias Rebeldes”. Estiveram conosco xs companheirxs dos Coletivos: CMI-RJ, CMI-SP, e Coletivo Nigéria de Fortaleza/CE, aonde falaram um pouco das vivências que tiveram na cobertura dos protestos desde junho de 2013 para cá, e também falaram um pouco sobre a conjuntura de luta de suas regiões. 

    Link para BAIXAR
  • Já Disponível para Baixar “Direto do Front: Mídias Autônomas nos Protestos Anti-Copa”

    Já está Disponível para BAIXAR ou mesmo ESCUTAR em nosso blog o Aúdio do Programa AO VIVO “Direto do Front: Mídias Autônomas nos Protestos Anti-Copa” realizado dia 17/07/2014, sendo o quinto programa da série “Rompendo Fronteiras: Construindo Mídias Rebeldes”. Estiveram conosco xs companheirxs dos Coletivos: CMI-RJ, CMI-SP, e Coletivo Nigéria de Fortaleza/CE, aonde falaram um pouco das vivências que tiveram na cobertura dos protestos desde junho de 2013 para cá, e também falaram um pouco sobre a conjuntura de luta de suas regiões. 

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  • 17/07-21:10-“Direto do Front: Mídias Autônomas nos Protestos Anti-Copa” AO VIVO na Cordel‏‏‏‏‏‏‏‏‏‏


    Direto do Front
    Mídias Autônomas nos Protestos Anti-Copa
    Desde Junho do ano passado, das famosas “revoltas de junho”, o Bra$il não teve somente os maiores protestos, mas também os que houveram a maior repressão por parte do E$tado dos últimos tempos. E mesmo a Copa das Tropas ter acabado, pelo que vemos a repressão irá continuar, com o E$tado aperfeiçoando cada vez mais seu aparato repressivo, além disso deixou um legado de mortos, centenas de feridxs e muitxs companheirxs presxs, e muitxs outrxs que poderão ser presxs ao logo do tempo.

    Tudo isso para quem teve como único meio de comunicação às mídias burguesas passou quase despercebido, devido ao silêncio óbvio dessas mídias, que estavam preocupadas com seus lucros estratosféricos ou com as próximas eleições.

    Mesmo não passando nas mídias burguesas, muitas pessoas puderam ter acesso ao que acontecia na maior parte dos protestos, devido á diversas individualidades e coletivos, que se envolveram na cobertura do que acontecia, dentre essas pessoas, houveram aquelas que de forma independente e libertária, e muita vezes com o mínimo de tecnologia, estiveram presente enfrentando a repressão, com o objetivo de dar visibilidade e denunciar a violência e$tatal.

    Para conversar um pouco sobre o papel que a mídia autônoma e libertária teve na cobertura dos protestos, relatar sobre o que vivenciaram, e dar o últimos informes sobre a conjuntura de luta de suas regiões, a Rádio Cordel Libertário convidou xs companheirxs dos seguintes coletivos de mídia:

    Coletivo Nigéria: Fortaleza/CE

    Centro de Mídia Independente do RJ :
    Rio de Janeiro/RJ

    Centro de Mídia Independente de SP:      São Paulo/SP
    QUANDO: 17/07/2014  5ª feira
    HORAS: 21:10 (horário de brasília)
    Se você ficou interessadx não pode deixar de ouvir e participar!
                Faça parte da rádio cordel libertário
    Faça parte desta Rede de Comunicação Libertária divulgando a programação para sua lista de e-mails e para toda sua rede social, e também se tiver algum contato ou conhecimento de algum Coletivo/Movimento Libertário/Anarquista existente, mande para a Rádio o e-mail, contribuindo assim de forma direta na programação e o fortalecimento deste meio de comunicação. O Coletivo Rádio Cordel Libertário está aberto à novxs integrantes, quem tiver interesse entre em contato conosco.
    Durante as transmissões ao vivo xs ouvinte poderão participar ativamente do bate-papo, por meio de perguntas e reflexões através do chat presente no blog, ou mesmo AO VIVO.
    Quem quiser acompanhar/escutar as entrevistas que já ocorreram, elas estão disponíveis no Blog na página ÁUDIOS PROGRAMAS ANTERIORES.
      LEMBRANDO:  *21:10 – Transmissão ao Vivo e Online   *09:00 – Reprise no dia seguinte

  • 17/07-21:10-“Direto do Front: Mídias Autônomas nos Protestos Anti-Copa” AO VIVO na Cordel‏‏‏‏‏‏‏‏‏‏


    Direto do Front
    Mídias Autônomas nos Protestos Anti-Copa
    Desde Junho do ano passado, das famosas “revoltas de junho”, o Bra$il não teve somente os maiores protestos, mas também os que houveram a maior repressão por parte do E$tado dos últimos tempos. E mesmo a Copa das Tropas ter acabado, pelo que vemos a repressão irá continuar, com o E$tado aperfeiçoando cada vez mais seu aparato repressivo, além disso deixou um legado de mortos, centenas de feridxs e muitxs companheirxs presxs, e muitxs outrxs que poderão ser presxs ao logo do tempo.

    Tudo isso para quem teve como único meio de comunicação às mídias burguesas passou quase despercebido, devido ao silêncio óbvio dessas mídias, que estavam preocupadas com seus lucros estratosféricos ou com as próximas eleições.

    Mesmo não passando nas mídias burguesas, muitas pessoas puderam ter acesso ao que acontecia na maior parte dos protestos, devido á diversas individualidades e coletivos, que se envolveram na cobertura do que acontecia, dentre essas pessoas, houveram aquelas que de forma independente e libertária, e muita vezes com o mínimo de tecnologia, estiveram presente enfrentando a repressão, com o objetivo de dar visibilidade e denunciar a violência e$tatal.

    Para conversar um pouco sobre o papel que a mídia autônoma e libertária teve na cobertura dos protestos, relatar sobre o que vivenciaram, e dar o últimos informes sobre a conjuntura de luta de suas regiões, a Rádio Cordel Libertário convidou xs companheirxs dos seguintes coletivos de mídia:

    Coletivo Nigéria: Fortaleza/CE

    Centro de Mídia Independente do RJ :
    Rio de Janeiro/RJ

    Centro de Mídia Independente de SP:      São Paulo/SP
    QUANDO: 17/07/2014  5ª feira
    HORAS: 21:10 (horário de brasília)
    Se você ficou interessadx não pode deixar de ouvir e participar!
                Faça parte da rádio cordel libertário
    Faça parte desta Rede de Comunicação Libertária divulgando a programação para sua lista de e-mails e para toda sua rede social, e também se tiver algum contato ou conhecimento de algum Coletivo/Movimento Libertário/Anarquista existente, mande para a Rádio o e-mail, contribuindo assim de forma direta na programação e o fortalecimento deste meio de comunicação. O Coletivo Rádio Cordel Libertário está aberto à novxs integrantes, quem tiver interesse entre em contato conosco.
    Durante as transmissões ao vivo xs ouvinte poderão participar ativamente do bate-papo, por meio de perguntas e reflexões através do chat presente no blog, ou mesmo AO VIVO.
    Quem quiser acompanhar/escutar as entrevistas que já ocorreram, elas estão disponíveis no Blog na página ÁUDIOS PROGRAMAS ANTERIORES.
      LEMBRANDO:  *21:10 – Transmissão ao Vivo e Online   *09:00 – Reprise no dia seguinte

  • 05/06-21:10-“Presxs Anarquistas II” AO VIVO na Cordel‏‏‏‏‏‏‏‏‏


    PRESXS ANARQUISTAS II
    AO VIVO E ONLINE NA RÁDIO CORDEL LIBERTÁRIO
    Nos últimos tempos cada vez mais vem se intensificando a repressão e a perseguição de companheirxs anarquistas de várias partes do mundo, que ao bater de frente com o Estado em alguns casos tem sido encarceradxs, mas ao mesmo tempo tem se fortalecido redes de solidariedade para com xs presxs anarquistas, com o objetivo de fortalecer essa rede a Rádio Cordel Libertário vai para sua segunda edição de “Presxs Anarquistas”.

    Nas ultimas semanas fomos surpreendidxs com a prisão de companheirxs da Frente de Luta pelo Transporte de Goiânia, que foram presxs em suas casas pelo fascismo estatal, e que entre as alegações para as prisões envolvia desde o simples ato de protestar, até mesmo a ideologia em que acreditavam.
    Para que possamos conhecer um pouco a realidade que xs companheirxs de Goiânia estão enfrentando, e as estratégias de repressão que o Estado vem tomando, convidamos para um bate papo na cordel o companheiro:       

    Tiago Madureira –  Militante anarquista e membro da Frente de Luta pelo Transporte de Goiânia/GO.       
    QUANDO: 05/06/2014  5ª feira
    HORAS: 21:10 (horário de brasília)
    Se você ficou interessadx não pode deixar de ouvir e participar!
      
                Faça parte da rádio cordel libertário
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    Rádio Cordel Libertário
    A Rádio que Valoriza e Respeita a Liberdade e a Diversidade!
    radiocordel-libertario.blogspot.com
    radiocordel-libertario@hotmail.com
  • 05/06-21:10-“Presxs Anarquistas II” AO VIVO na Cordel‏‏‏‏‏‏‏‏‏


    PRESXS ANARQUISTAS II
    AO VIVO E ONLINE NA RÁDIO CORDEL LIBERTÁRIO
    Nos últimos tempos cada vez mais vem se intensificando a repressão e a perseguição de companheirxs anarquistas de várias partes do mundo, que ao bater de frente com o Estado em alguns casos tem sido encarceradxs, mas ao mesmo tempo tem se fortalecido redes de solidariedade para com xs presxs anarquistas, com o objetivo de fortalecer essa rede a Rádio Cordel Libertário vai para sua segunda edição de “Presxs Anarquistas”.

    Nas ultimas semanas fomos surpreendidxs com a prisão de companheirxs da Frente de Luta pelo Transporte de Goiânia, que foram presxs em suas casas pelo fascismo estatal, e que entre as alegações para as prisões envolvia desde o simples ato de protestar, até mesmo a ideologia em que acreditavam.
    Para que possamos conhecer um pouco a realidade que xs companheirxs de Goiânia estão enfrentando, e as estratégias de repressão que o Estado vem tomando, convidamos para um bate papo na cordel o companheiro:       

    Tiago Madureira –  Militante anarquista e membro da Frente de Luta pelo Transporte de Goiânia/GO.       
    QUANDO: 05/06/2014  5ª feira
    HORAS: 21:10 (horário de brasília)
    Se você ficou interessadx não pode deixar de ouvir e participar!
      
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    Durante as transmissões ao vivo xs ouvinte poderão participar ativamente do bate-papo, por meio de perguntas e reflexões através do chat presente no blog, ou mesmo AO VIVO.
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