Autor: cordellibertario

  • ENCONTRO FEMINISTA AUTONOMO Latinoamericano y Caribeño





    28 de abril a 1 de maio de 2012 em Porto Alegre-Brasil
    http://efalac.wordpress.com/2012/01/09/efalac-2012/

    Na década de noventa, a autonomia se converteu numa corrente política e teórica do feminismo latino-americano frente aos fenômenos da institucionalização e da dependência dos governos, partidos políticos e da cooperação internacional neocolonial; bem como dos processos de ONGnização do movimento com sua imposição de lógicas hierárquicas e burocráticas às organizações, que repercutiu na proposta ética política transformadora do
    feminismo em quase todos os países da América Latina e do Caribe.
    Esse EFAlac não leva número pois eles geram hierarquias, dão existência a alguns e a outros não, e disso as mulheres e as lésbicas já sabemos suficiente. Por isso que o EFAlac, simplesmente existe. Muitas das companheiras que estão hoje comprometidas na organização, tem participado também do EFA que aconteceu no México em 2009
    assim como aqui na cidade de Porto Alegre em 2010 no EAF – Encontro Autônomo entre Feministas http://mulheresrebeldes.blogspot.com/2009/12/encontroautonomo– entre-feministas.html Também há, em outros lugares do Brasil e na nossa América Abya Yala  (nome que se dava ao nosso continente antes dos colonizadores chegarem). Em 1998 aconteceu Sorata, o encontro Autónomo na Bolivia, dois anos mais tarde teve outro no Uruguay.
    No ano passado, companheiras cúmplices da Colômbia organizaram o ELCAP feminista http://www.elcapfeminista.org/ assim como agora a pouco na Bahia, outro grupo fez, também desde a autonomia e a autogestão o II Festival Vulva La Vida http://festivalvulvalavida.wordpress.com/

    “OUTRO” FEMINISMO: AUTÔNOMO descolonizando mentes, corpos, e ações
    sub-eixos
    1. recuperando as histórias da autonomia na América latina e no caribe. Como caracterizamos a identidade coletiva da autonomia feminista no contexto dos princípios do século XXI? Quais as novas articulações, estratégias e práticas que incorporamos para enfrentar nossos contextos e a aparição de novas problemáticas. Convocamos a fazer uma caminhada para mapear o que caracteriza a autonomia nas últimas décadas.
    2. a autonomia feminista e sua relação com outras propostas críticas e contrahegemônicas a partir dos diversos espaços onde atuamos.
    • Autonomia, movimentos antirracistas e descolonizadores.
    • Autonomia e movimentos anticapitalistas.
    • Autonomia, lesbianidade feminista, e luta contra o regime heterossexual.
    • Autonomia e antimilitarismo.
    • Autonomia e preservação da natureza
    3. O pensar-fazer de nossas apostas-propostas “outras”.
    1. Marco e perspectiva ético-político de um feminismo autônomo contrahegemônico.
    • Autogestão e Autonomias.
    • Teorias e práticas descolonizadoras e autônomas.
    • Relações entre diferentes gerações de feministas autônomas.
    • Relações com outros feminismos da região.
    2. Estratégias regionais e locais para aprofundar este fazer feminista autônomo, contra-hegemônico, antirracista, anticapitalista, antiheterosexista e descolonizador.

    FEMINISMO

    “A idéia de feminismo está envolvida em
    tantos preconceitos e pré-julgamentos, e
    provoca uma aversão às vezes tão grande
    mesmo em pessoas aparentemente abertas,
    que é preciso falar do assunto mais até do
    que o necessário. De todos os movimentos
    mais ou menos revolucionários, que buscam
    formas de organização não necessariamente
    partidárias, o feminismo é o que
    encontra maior resistência à aceitação,
    mesmo por parte daqueles que se pretendem
    contrários ao “sistema” por pensamentos,
    palavras e obras”.
    (…)
    “as críticas aos possíveis equívocos
    de uma prática feminista não podem ser
    estendidas ao feminismo como um todo.
    E se essa generalização indevida parte
    mais comumente dos homens, é bom lembrar
    que o feminismo traz em si uma nova
    maneira de pensar a realidade tanto para
    a mulher quanto para o homem. Portanto,
    embora por motivos óbvios tenha nascido
    entre as mulheres, é uma luta tanto do
    homem quanto delas, porque quer libertálos
    dos papéis rígidos que são obrigados
    a representar, tanto um para o outro,
    quanto nas respostas que dão às exigências
    sociais”.

    ESCRITOS sobre feminismo – nº 0
    publicação do Grupo de Mulheres de
    Porto Alegre

    Costela de Adão.

    ano 1980

    http://www.mulheresrebeldes.org/
    publica%C3%A7%C3%B5es/revistas.html

    As reuniões preparatórias para o EFAlac, são abertas e acontecem todas as quintas-feiras, as 19.30 hs no Comitê Latino-Americano.

  • MANISFESTO: No 8 de março não nos mandem flores…

    NÓS, mulheres feministas, lésbikas, negras, indígenas, camponesas, urbanas, migrantes, não queremos ser homenageadas no dia 8 de março. O ano tem 365 dias, todos eles patriarcais e opressivos.
     

    NÓS não queremos igualdade.

     

    IGUALDADE COM O QUE? Com os homens burgueses condenados à arrogância, à eficiência máxima e à concorrência cotidiana? Com os homens trabalhadores, condenados à reprodução de um sistema que lhes explora cotidianamente?

     

    IGUALDADE dentro do sistema patriarcal capitalista é se submeter à miséria econômica e à mediocridade existencial.

     

    NÓS QUEREMOS OUTRA COISA. Queremos uma transformação radical da sociedade. Queremos destruir o estado capitalista, queremos o fim da propriedade privada dos corpos e das mentes. Queremos o fim do trabalho alienado. Queremos o fim do sexo sem prazer dentro das cadeias da heteromonogamia obrigatória. Temos consciência de que a socialização dos meios de produção não determina o fim da opressão das mulheres. A ideologia do patriarcado sobrevive às mudanças econômicas e retorna sobre nós ainda mais virulenta!

    NÓS NÃO QUEREMOS SER INCLUÍDAS. Inclusão em que?

     

    Neste sistema que nos designou a função de servir aos homens, que nos restringiu à função de procriadoras e amamentadoras da infância, de cuidadoras das crianças e de reprodutoras da ideologia vigente?

     

    Mas hoje não é diferente?? Não! Rejeitamos veementemente a inclusão através da ocupação de cargos político-partidários ou como empresárias de sucesso. A maior parte das mulheres que ocupam lugares de destaque dentro dos parâmetros convencionais não fazem nada diferente dos homens justamente porque se incluem em um estrutura pré-existente. Elas não representam a nossa luta libertária!

     

    Nós somos as que ao longo dos séculos de opressão, nos rebelamos contra esse estado de coisas. Somos as lutadoras que foram invisibilizadas pela história escrita pelos opressores. Somos as que foram e são jogadas nas fogueiras de tantas inquisições. Somos as vítimas de estupros corretivos, as assassinadas pelo fato único de sermos mulheres que desejam fugir do seu lugar designado.

     

    ……………………………………..

     

    Por tudo isso é que lutamos com todas as nossas forças contra o fundamentalismo religioso que, a partir de uma visão fanática e metafísica de sociedade, obriga as mulheres pobres a abortar clandestinamente com todas as consequências muito bem conhecidas pela sociedade brasileira. Não queremos um país dominado pela bancada religiosa, nem pela bancada ruralista, queremos um país sem bancadas, queremos um mundo sem fronteiras.

     

    ……………………………………………

     

    NESTE 8 DE MARÇO chamamos à luta! A luta de todas as almas e corpos antipatriarcais. Uma luta cotidiana e autônoma que transite continuamente do pessoal ao político, entre a destruição e a invenção. Para o surgimento de uma sociedade sem estado, sem deus, sem patrão, sem marido nem partido!

      

    Coletivos que construíram este manifesto:

     

    Mulheres Rebeldes

     

    Mulheres Livres

     

    Bruxas Arteiras

     

    Corpos em revolta

     

  • Liga Juvenil Anti-Sexo 3

     Depois de lançarmos o DVD em parceria com a Imprensa Marginal, começamos a preparar a terceira edição do evento, que será nos dias 4, 5, 6 e 7 de abril.

    Já estamos com algumas atividades e bandas confirmadas: Sonia Hirsch, a banda Rvivr (EUA) e muito mais. Confira aqui as outras atividades e bandas confirmadas.

    Estamos abrindo propostas para grupos, coletivos e pessoas que gostariam de participar com alguma atividade, até o dia 29 de fevereiro de 2012.

    O Liga Juvenil Anti- Sexo é um evento de convergência que pretende trazer para o debate diversos temas relacionados a sexualidade, gênero, corpo, saúde, consentimento, feminismo e queer. O objetivo é reunir indivíduos e coletivos dispostos a compatilhar suas ideias, suas experiências, suas músicas, seus vídeos, suas performances, suas opiniões, seus medos, suas táticas, suas dúvidas ou seu silêncio. E, assim, contribuindo como uma rede de apoio, fazer circular sementes de uma cultura para além das regras escritas e não-escritas do patriarcado hétero e branco.

    Você pode escrever para contato@cultiveresistencia.org e propor sua atividade. Nós estaremos lendo e analisando se sua atividade entrará na programação do evento. Entraremos em contato!

    Entre aqui para saber mais e apoiar o projeto!!
    http://catarse.me/pt/projects/543-liga-juvenil-anti-sexo

    Endereço onde se realizará o evento:

    Dia 4 – Abertura – no CCS – Centro de Cultura Social – na Rua General Jardim, 253 – Sala 22

    Dia 5 e 6 – Serralheria Lapa – Rua Guaicurus, 857

    Dia 7 -Fechamento – Rua São João, 2044 – sala 11
     
    organização: Cultive Resistência – http://cultiveresistencia.org/

  • ENCONTRO FEMINISTA AUTONOMO Latinoamericano y Caribeño





    28 de abril a 1 de maio de 2012 em Porto Alegre-Brasil
    http://efalac.wordpress.com/2012/01/09/efalac-2012/

    Na década de noventa, a autonomia se converteu numa corrente política e teórica do feminismo latino-americano frente aos fenômenos da institucionalização e da dependência dos governos, partidos políticos e da cooperação internacional neocolonial; bem como dos processos de ONGnização do movimento com sua imposição de lógicas hierárquicas e burocráticas às organizações, que repercutiu na proposta ética política transformadora do
    feminismo em quase todos os países da América Latina e do Caribe.
    Esse EFAlac não leva número pois eles geram hierarquias, dão existência a alguns e a outros não, e disso as mulheres e as lésbicas já sabemos suficiente. Por isso que o EFAlac, simplesmente existe. Muitas das companheiras que estão hoje comprometidas na organização, tem participado também do EFA que aconteceu no México em 2009
    assim como aqui na cidade de Porto Alegre em 2010 no EAF – Encontro Autônomo entre Feministas http://mulheresrebeldes.blogspot.com/2009/12/encontroautonomo– entre-feministas.html Também há, em outros lugares do Brasil e na nossa América Abya Yala  (nome que se dava ao nosso continente antes dos colonizadores chegarem). Em 1998 aconteceu Sorata, o encontro Autónomo na Bolivia, dois anos mais tarde teve outro no Uruguay.
    No ano passado, companheiras cúmplices da Colômbia organizaram o ELCAP feminista http://www.elcapfeminista.org/ assim como agora a pouco na Bahia, outro grupo fez, também desde a autonomia e a autogestão o II Festival Vulva La Vida http://festivalvulvalavida.wordpress.com/

    “OUTRO” FEMINISMO: AUTÔNOMO descolonizando mentes, corpos, e ações
    sub-eixos
    1. recuperando as histórias da autonomia na América latina e no caribe. Como caracterizamos a identidade coletiva da autonomia feminista no contexto dos princípios do século XXI? Quais as novas articulações, estratégias e práticas que incorporamos para enfrentar nossos contextos e a aparição de novas problemáticas. Convocamos a fazer uma caminhada para mapear o que caracteriza a autonomia nas últimas décadas.
    2. a autonomia feminista e sua relação com outras propostas críticas e contrahegemônicas a partir dos diversos espaços onde atuamos.
    • Autonomia, movimentos antirracistas e descolonizadores.
    • Autonomia e movimentos anticapitalistas.
    • Autonomia, lesbianidade feminista, e luta contra o regime heterossexual.
    • Autonomia e antimilitarismo.
    • Autonomia e preservação da natureza
    3. O pensar-fazer de nossas apostas-propostas “outras”.
    1. Marco e perspectiva ético-político de um feminismo autônomo contrahegemônico.
    • Autogestão e Autonomias.
    • Teorias e práticas descolonizadoras e autônomas.
    • Relações entre diferentes gerações de feministas autônomas.
    • Relações com outros feminismos da região.
    2. Estratégias regionais e locais para aprofundar este fazer feminista autônomo, contra-hegemônico, antirracista, anticapitalista, antiheterosexista e descolonizador.

    FEMINISMO

    “A idéia de feminismo está envolvida em
    tantos preconceitos e pré-julgamentos, e
    provoca uma aversão às vezes tão grande
    mesmo em pessoas aparentemente abertas,
    que é preciso falar do assunto mais até do
    que o necessário. De todos os movimentos
    mais ou menos revolucionários, que buscam
    formas de organização não necessariamente
    partidárias, o feminismo é o que
    encontra maior resistência à aceitação,
    mesmo por parte daqueles que se pretendem
    contrários ao “sistema” por pensamentos,
    palavras e obras”.
    (…)
    “as críticas aos possíveis equívocos
    de uma prática feminista não podem ser
    estendidas ao feminismo como um todo.
    E se essa generalização indevida parte
    mais comumente dos homens, é bom lembrar
    que o feminismo traz em si uma nova
    maneira de pensar a realidade tanto para
    a mulher quanto para o homem. Portanto,
    embora por motivos óbvios tenha nascido
    entre as mulheres, é uma luta tanto do
    homem quanto delas, porque quer libertálos
    dos papéis rígidos que são obrigados
    a representar, tanto um para o outro,
    quanto nas respostas que dão às exigências
    sociais”.

    ESCRITOS sobre feminismo – nº 0
    publicação do Grupo de Mulheres de
    Porto Alegre

    Costela de Adão.

    ano 1980

    http://www.mulheresrebeldes.org/
    publica%C3%A7%C3%B5es/revistas.html

    As reuniões preparatórias para o EFAlac, são abertas e acontecem todas as quintas-feiras, as 19.30 hs no Comitê Latino-Americano.

  • MANISFESTO: No 8 de março não nos mandem flores…

    NÓS, mulheres feministas, lésbikas, negras, indígenas, camponesas, urbanas, migrantes, não queremos ser homenageadas no dia 8 de março. O ano tem 365 dias, todos eles patriarcais e opressivos.
     

    NÓS não queremos igualdade.

     

    IGUALDADE COM O QUE? Com os homens burgueses condenados à arrogância, à eficiência máxima e à concorrência cotidiana? Com os homens trabalhadores, condenados à reprodução de um sistema que lhes explora cotidianamente?

     

    IGUALDADE dentro do sistema patriarcal capitalista é se submeter à miséria econômica e à mediocridade existencial.

     

    NÓS QUEREMOS OUTRA COISA. Queremos uma transformação radical da sociedade. Queremos destruir o estado capitalista, queremos o fim da propriedade privada dos corpos e das mentes. Queremos o fim do trabalho alienado. Queremos o fim do sexo sem prazer dentro das cadeias da heteromonogamia obrigatória. Temos consciência de que a socialização dos meios de produção não determina o fim da opressão das mulheres. A ideologia do patriarcado sobrevive às mudanças econômicas e retorna sobre nós ainda mais virulenta!

    NÓS NÃO QUEREMOS SER INCLUÍDAS. Inclusão em que?

     

    Neste sistema que nos designou a função de servir aos homens, que nos restringiu à função de procriadoras e amamentadoras da infância, de cuidadoras das crianças e de reprodutoras da ideologia vigente?

     

    Mas hoje não é diferente?? Não! Rejeitamos veementemente a inclusão através da ocupação de cargos político-partidários ou como empresárias de sucesso. A maior parte das mulheres que ocupam lugares de destaque dentro dos parâmetros convencionais não fazem nada diferente dos homens justamente porque se incluem em um estrutura pré-existente. Elas não representam a nossa luta libertária!

     

    Nós somos as que ao longo dos séculos de opressão, nos rebelamos contra esse estado de coisas. Somos as lutadoras que foram invisibilizadas pela história escrita pelos opressores. Somos as que foram e são jogadas nas fogueiras de tantas inquisições. Somos as vítimas de estupros corretivos, as assassinadas pelo fato único de sermos mulheres que desejam fugir do seu lugar designado.

     

    ……………………………………..

     

    Por tudo isso é que lutamos com todas as nossas forças contra o fundamentalismo religioso que, a partir de uma visão fanática e metafísica de sociedade, obriga as mulheres pobres a abortar clandestinamente com todas as consequências muito bem conhecidas pela sociedade brasileira. Não queremos um país dominado pela bancada religiosa, nem pela bancada ruralista, queremos um país sem bancadas, queremos um mundo sem fronteiras.

     

    ……………………………………………

     

    NESTE 8 DE MARÇO chamamos à luta! A luta de todas as almas e corpos antipatriarcais. Uma luta cotidiana e autônoma que transite continuamente do pessoal ao político, entre a destruição e a invenção. Para o surgimento de uma sociedade sem estado, sem deus, sem patrão, sem marido nem partido!

      

    Coletivos que construíram este manifesto:

     

    Mulheres Rebeldes

     

    Mulheres Livres

     

    Bruxas Arteiras

     

    Corpos em revolta

     

  • 07/03-21:10 – Libertárias : Guerra, Força e Ação AO VIVO na Cordel‏

    .ExternalClass .ecxhmmessage P {padding:0px;} .ExternalClass body.ecxhmmessage {font-size:10pt;font-family:Tahoma;}

    Libertárias
    Guerra, força E ação
    Vivemos numa sociedade machista, patriarcal, sexista e além de outras violências que a mulher é alvo, só pelo fato de ser mulher (construída socialmente nesse contexto), a partir disso a Cordel Libertário cria o programa, LIBERTÁRIAS: GUERRA, FORÇA E AÇÃO, para podermos debater/refletir sobre essas opressões e imposições e assim construir outras relações e outra lógica social.
    Este programa também surgiu com a ideia de compreender a complexidade do feminismo, que não existe um feminismo e sim feminismoS, tentando resgatar práticas e reflexões de mulheres de/na luta na perspectiva libertária/anarquista, porque acreditamos que somente através da liberdade se constrói liberdade, somente através da autonomia se constrói autonomia, enfim, os meios e os fins coerentes.

    Por isso a estratégia é convidar companheirxs que fazem parte de coletivos, bandas ou que seja atuante no tema aqui proposto, para compartilhar oque se faz no dia-a-dia e assim trazer a tona este debate desprezado e superficialmente discutido entre os grupos em geral e que também vemos esta reprodução nas bandas e coletivos com discursos libertários/anarquistas, fato este que revela o quanto esta opressão é enraizada, mascarada e violenta.

    Não seria necessário existir este programa específico se vivêssemos em uma sociedade que não violentasse a mulher e que entendesse que não há como fazer revolução sem as mulheres. Por isso convocamos Libertárias de todo canto do mundo para construir mais este espaço aqui na Rádio Cordel Libertário, porque antes de nascermos já haviam declarado GUERRA, por isso unimo-nos para gerar FORÇA e assim construirmos a AÇÃO, a resposta para tanta violência!!!!
    E nessa quarta-feira 07/03 as 21:10 para abrir este programa iniciaremos com um debate/reflexão acerca dxs coletivxs e bandas que estão reunidos em espaços mistos, de mulheres e homens e outros só com mulheres, sendo assim temos as seguintes participações:

    §  DiValéria da Banda Dispor – Salvador/BA
    http://dispor.wordpress.com/
    §  Nina de Castro e Lú Barata da Banda Sapamá – Porto Alegre/RS
    http://www.reverbnation.com/play_now/12071764
    §  Marian Pessah do Coletivo Mulheres Rebeldes – Porto Alegre/RS
    http://mulheresrebeldes.blogspot.com/
    §  Mix do Coletivo Ativismo ABC – Santo André/SP
    http://www.ativismoabc.org/index.php/pt/

    DEBATE: Os grupos libertários/anarquistas estão preparados para discutir a opressão que a mulher é alvo ou é necessário uma organização específica para debater o assunto?
    Não deixem de ouvir e participar!!!

    Faça parte da rádio cordel libertário

    Faça parte desta Rede de Comunicação Livre e Libertária divulgando a programação para sua lista de e-mails e para toda sua rede social, e também se tiver algum contato ou conhecimento de algum Coletivo/Movimento Libertário/Anarquista existente, mande para a Rádio o e-mail, contribuindo assim de forma direta na programação e o fortalecimento deste meio de comunicação.
    Durante as transmissões ao vivo as/os ouvinte poderão participar ativamente da programação, por meio de perguntas e reflexões através do chat presente no blog, ou mesmo AO VIVO. Quem quiser acompanhar/escutar as entrevistas que já ocorreram, elas já estão disponíveis no Blog na página PROGRAMAS ANTERIORES.
                  LEMBRANDO
                              * 21:10 – Transmissão ao Vivo
                              * 09:00 – Reprise no dia seguinte
    Rádio Cordel Libertário
    A Rádio que Valoriza e Respeita a Liberdade e a Diversidade!
    radiocordel-libertario.blogspot.com
    radiocordel-libertario@hotmail.com
    orkut: Rádio Cordel Libertario
    Facebook: Cordel Libertário
  • 07/03-21:10 – Libertárias : Guerra, Força e Ação AO VIVO na Cordel‏

    Libertárias
    Guerra, força E ação
    Vivemos numa sociedade machista, patriarcal, sexista e além de outras violências que a mulher é alvo, só pelo fato de ser mulher (construída socialmente nesse contexto), a partir disso a Cordel Libertário cria o programa, LIBERTÁRIAS: GUERRA, FORÇA E AÇÃO, para podermos debater/refletir sobre essas opressões e imposições e assim construir outras relações e outra lógica social.
    Este programa também surgiu com a ideia de compreender a complexidade do feminismo, que não existe um feminismo e sim feminismoS, tentando resgatar práticas e reflexões de mulheres de/na luta na perspectiva libertária/anarquista, porque acreditamos que somente através da liberdade se constrói liberdade, somente através da autonomia se constrói autonomia, enfim, os meios e os fins coerentes.

    Por isso a estratégia é convidar companheirxs que fazem parte de coletivos, bandas ou que seja atuante no tema aqui proposto, para compartilhar oque se faz no dia-a-dia e assim trazer a tona este debate desprezado e superficialmente discutido entre os grupos em geral e que também vemos esta reprodução nas bandas e coletivos com discursos libertários/anarquistas, fato este que revela o quanto esta opressão é enraizada, mascarada e violenta.

    Não seria necessário existir este programa específico se vivêssemos em uma sociedade que não violentasse a mulher e que entendesse que não há como fazer revolução sem as mulheres. Por isso convocamos Libertárias de todo canto do mundo para construir mais este espaço aqui na Rádio Cordel Libertário, porque antes de nascermos já haviam declarado GUERRA, por isso unimo-nos para gerar FORÇA e assim construirmos a AÇÃO, a resposta para tanta violência!!!!
    E nessa quarta-feira 07/03 as 21:10 para abrir este programa iniciaremos com um debate/reflexão acerca dxs coletivxs e bandas que estão reunidos em espaços mistos, de mulheres e homens e outros só com mulheres, sendo assim temos as seguintes participações:

    §  DiValéria da Banda Dispor – Salvador/BA
    http://dispor.wordpress.com/
    §  Nina de Castro e Lú Barata da Banda Sapamá – Porto Alegre/RS
    http://www.reverbnation.com/play_now/12071764
    §  Marian Pessah do Coletivo Mulheres Rebeldes – Porto Alegre/RS
    http://mulheresrebeldes.blogspot.com/
    §  Mix do Coletivo Ativismo ABC – Santo André/SP
    http://www.ativismoabc.org/index.php/pt/

    DEBATE: Os grupos libertários/anarquistas estão preparados para discutir a opressão que a mulher é alvo ou é necessário uma organização específica para debater o assunto?
    Não deixem de ouvir e participar!!!

    Faça parte da rádio cordel libertário

    Faça parte desta Rede de Comunicação Livre e Libertária divulgando a programação para sua lista de e-mails e para toda sua rede social, e também se tiver algum contato ou conhecimento de algum Coletivo/Movimento Libertário/Anarquista existente, mande para a Rádio o e-mail, contribuindo assim de forma direta na programação e o fortalecimento deste meio de comunicação.
    Durante as transmissões ao vivo as/os ouvinte poderão participar ativamente da programação, por meio de perguntas e reflexões através do chat presente no blog, ou mesmo AO VIVO. Quem quiser acompanhar/escutar as entrevistas que já ocorreram, elas já estão disponíveis no Blog na página PROGRAMAS ANTERIORES.
                  LEMBRANDO
                              * 21:10 – Transmissão ao Vivo
                              * 09:00 – Reprise no dia seguinte
    Rádio Cordel Libertário
    A Rádio que Valoriza e Respeita a Liberdade e a Diversidade!
    radiocordel-libertario.blogspot.com
    radiocordel-libertario@hotmail.com
    orkut: Rádio Cordel Libertario
    Facebook: Cordel Libertário
  • 29/02 – 21:10 – ROMPENDO FRONTEIRAS : Construindo Midias Rebeldes

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    Rompendo fronteiras: construindo mídias rebeldes

    Comunicação é importante para qualquer organização, a questão que vemos poucas análises e reflexões da realidade de forma libertária, e de certo modo ficamos reféns dos meios de desinformação.

    Por isso o programa “ROMPENDO FRONTEIRAS: Construindo Mídias Rebeldes”, tem o objetivo de construir um debate/reflexão em torno deste tema e resgatar, relembrar, criar diversas formas de comunicação e assim descentralizar essa difusão e diálogo libertário de maneira autogestionária, onde possamos ser nós mesmxs aquilo que acreditamos pelo processo de auto-educação e assim construirmos uma longa rede de comunicação libertária/anarquista.

    Comunicação e Organização são coisas que se complementam, entendemos a rádio cordel e outros espaços de comunicação libertária como um campo fértil para se construir e fortalecer organizações libertárias/anarquistas, rompendo e desconstruindo barreiras impostas.

    E para dar inicio a esse primeiro programa começaremos debatendo o Zine, sua história e importância na comunicação libertária/anarquista, e para conversar sobre isso traremos:

    Márcio Sno, fanzineiro e documentarista (Autor do Documentário “Fanzineiros do Século Passado“) de São Paulo/SP.

    Companheirxs Fanzineirxs do Squat Korr-Cell de Blumenal-SC.

    Também teremos o debate: ” Até que ponto a internet aumentou nossa comunicação e diminuiu nossa independência? E qual o papel dos zines como um meio de comunicação libertária e anarquista hoje em dia?
    Faça parte da rádio cordel libertário

    Faça parte desta Rede de Comunicação Libertária divulgando a programação para sua lista de e-mails e para toda sua rede social, e também se tiver algum contato ou conhecimento de algum Coletivo/Movimento Libertário/Anarquista existente, mande para a Rádio o e-mail, contribuindo assim de forma direta na programação e o fortalecimento deste meio de comunicação.
    Durante as transmissões ao vivo as/os ouvinte poderão participar ativamente da programação, por meio de perguntas e reflexões através do chat presente no blog, ou mesmo AO VIVO. Quem quiser acompanhar/escutar as entrevistas que já ocorreram, elas já estão disponíveis no Blog na página PROGRAMAS ANTERIORES.
                 LEMBRANDO
                              * 21:10 – Transmissão ao Vivo
                              * 09:00 – Reprise no dia seguinte
    Rádio Cordel Libertário
    A Rádio que Valoriza e Respeita a Liberdade e a Diversidade!
    radiocordel-libertario.blogspot.com
    radiocordel-libertario@hotmail.com
    orkut: Rádio Cordel Libertario
    Facebook: Cordel Libertário
  • 29/02 – 21:10 – ROMPENDO FRONTEIRAS : Construindo Midias Rebeldes

    Rompendo fronteiras: construindo mídias rebeldes

    Comunicação é importante para qualquer organização, a questão que vemos poucas análises e reflexões da realidade de forma libertária, e de certo modo ficamos reféns dos meios de desinformação.

    Por isso o programa “ROMPENDO FRONTEIRAS: Construindo Mídias Rebeldes”, tem o objetivo de construir um debate/reflexão em torno deste tema e resgatar, relembrar, criar diversas formas de comunicação e assim descentralizar essa difusão e diálogo libertário de maneira autogestionária, onde possamos ser nós mesmxs aquilo que acreditamos pelo processo de auto-educação e assim construirmos uma longa rede de comunicação libertária/anarquista.

    Comunicação e Organização são coisas que se complementam, entendemos a rádio cordel e outros espaços de comunicação libertária como um campo fértil para se construir e fortalecer organizações libertárias/anarquistas, rompendo e desconstruindo barreiras impostas.

    E para dar inicio a esse primeiro programa começaremos debatendo o Zine, sua história e importância na comunicação libertária/anarquista, e para conversar sobre isso traremos:

    Márcio Sno, fanzineiro e documentarista (Autor do Documentário “Fanzineiros do Século Passado“) de São Paulo/SP.

    Companheirxs Fanzineirxs do Squat Korr-Cell de Blumenal-SC.

    Também teremos o debate: ” Até que ponto a internet aumentou nossa comunicação e diminuiu nossa independência? E qual o papel dos zines como um meio de comunicação libertária e anarquista hoje em dia?
    Faça parte da rádio cordel libertário

    Faça parte desta Rede de Comunicação Libertária divulgando a programação para sua lista de e-mails e para toda sua rede social, e também se tiver algum contato ou conhecimento de algum Coletivo/Movimento Libertário/Anarquista existente, mande para a Rádio o e-mail, contribuindo assim de forma direta na programação e o fortalecimento deste meio de comunicação.
    Durante as transmissões ao vivo as/os ouvinte poderão participar ativamente da programação, por meio de perguntas e reflexões através do chat presente no blog, ou mesmo AO VIVO. Quem quiser acompanhar/escutar as entrevistas que já ocorreram, elas já estão disponíveis no Blog na página PROGRAMAS ANTERIORES.
                 LEMBRANDO
                              * 21:10 – Transmissão ao Vivo
                              * 09:00 – Reprise no dia seguinte
    Rádio Cordel Libertário
    A Rádio que Valoriza e Respeita a Liberdade e a Diversidade!
    radiocordel-libertario.blogspot.com
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  • Ocupar e Resistir na Rádio Cordel libertário

    Ocupar e resistir na Rádio Cordel libertário

    A cada dia que passa o Estado aliado as Empresas e juntamente com seu aparato repressor vem atacando violentamente ocupações e territórios legitimamente ocupados pelo povo trabalhadora/o, como ficou visível mundialmente o caso do Pinheirinho e não tão visível infelizmente o caso dos Tupinambás do Sul da Bahia ,as mortes na Aldeia Bororo em Mato Grosso do Sul e muitas outras que temos muita dificuldade em ter informações. Mas mesmo diante de tudo isso observamos a Resistência da população que a única coisa que tem é sua luta e sua identidade.
    Diante dessa situação a Rádio Cordel Libertário vê com enorme importância divulgar a luta e resistência das trabalhadoras e trabalhadores,  com o objetivo de que as pessoas não fiquem refém dos meios de desinformação mas também e principalmente para que possamos debater e avaliar de uma forma libertária, e se caso for somar ativamente nessas lutas.
    Esse é o objetivo do programa “Ocupar e Resistir” e que nessa quinta feira dia 23/02/2012 as 21:10 trará para dar  mais informações e debater sobre algumas ocupações existentes hoje em dia os seguintes convidados:

    Robson Véio da UNIAPP (Universidade Autônoma Preta e Popular) que falará sobre a situação do Quilombo Rio dos Macacos de Simões Filho/BA prestes a sofrer reintegração de posse.
    Fernando Knup membro do Projeto Ocupação Cultural que dará informações sobre como se encontra as Ocupações da/os Sem Teto do centro de São Paulo/SP.
    Marcos da ORL (Organização Resistência Libertária ) que contará o que está acontecendo na Ocupação Comunidade dos Trilhos em Fortaleza/CE.
    E ainda acontecerá o debate ” O papel do Estado, das Empresas e dos Partidos Políticos dentro dos Movimentos de Luta pela Terra e Teto e como construir um Movimento Realmente Autônomo e cada vez mais Libertário?”.
    Então é nessa Quinta Feira dia 23/02/2012 as 21:10 (Horário de Brasília)nosso primeiro “Ocupar e Resistir”, por isso quem gosta da Temática não pode deixar de comparecer e contribuir para o debate através de comentários e perguntas feitas para as/os entrevistas diretamente no chat do blog.
    Saiba da situação dessas Ocupações através de um Meio de Comunicação Livre e Libertário!!!
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