Categoria: Encontros

  • [Recife/PE] 1º Feira de Cultura Libertária de Recife Outubro 2013

    1º Feira Cultural Libertária de Recife/PE em Outubro

    Sugira sua atividade!!
    Pode ser oficina, roda de diálogo ou intervenção artística!
    Exponha sua produção, seus materiais, sua disposição!!
    Confirme e marque sua presença!!
    difusaolibertaria@gmail.com

    Blog : http://feiralibertariadorecife.noblogs.org/

    Via Difusão Libertária 

  • Liga Juvenil Anti-Sexo 3

     Depois de lançarmos o DVD em parceria com a Imprensa Marginal, começamos a preparar a terceira edição do evento, que será nos dias 4, 5, 6 e 7 de abril.

    Já estamos com algumas atividades e bandas confirmadas: Sonia Hirsch, a banda Rvivr (EUA) e muito mais. Confira aqui as outras atividades e bandas confirmadas.

    Estamos abrindo propostas para grupos, coletivos e pessoas que gostariam de participar com alguma atividade, até o dia 29 de fevereiro de 2012.

    O Liga Juvenil Anti- Sexo é um evento de convergência que pretende trazer para o debate diversos temas relacionados a sexualidade, gênero, corpo, saúde, consentimento, feminismo e queer. O objetivo é reunir indivíduos e coletivos dispostos a compatilhar suas ideias, suas experiências, suas músicas, seus vídeos, suas performances, suas opiniões, seus medos, suas táticas, suas dúvidas ou seu silêncio. E, assim, contribuindo como uma rede de apoio, fazer circular sementes de uma cultura para além das regras escritas e não-escritas do patriarcado hétero e branco.

    Você pode escrever para contato@cultiveresistencia.org e propor sua atividade. Nós estaremos lendo e analisando se sua atividade entrará na programação do evento. Entraremos em contato!

    Entre aqui para saber mais e apoiar o projeto!!
    http://catarse.me/pt/projects/543-liga-juvenil-anti-sexo

    Endereço onde se realizará o evento:

    Dia 4 – Abertura – no CCS – Centro de Cultura Social – na Rua General Jardim, 253 – Sala 22

    Dia 5 e 6 – Serralheria Lapa – Rua Guaicurus, 857

    Dia 7 -Fechamento – Rua São João, 2044 – sala 11
     
    organização: Cultive Resistência – http://cultiveresistencia.org/

  • ENCONTRO FEMINISTA AUTONOMO Latinoamericano y Caribeño





    28 de abril a 1 de maio de 2012 em Porto Alegre-Brasil
    http://efalac.wordpress.com/2012/01/09/efalac-2012/

    Na década de noventa, a autonomia se converteu numa corrente política e teórica do feminismo latino-americano frente aos fenômenos da institucionalização e da dependência dos governos, partidos políticos e da cooperação internacional neocolonial; bem como dos processos de ONGnização do movimento com sua imposição de lógicas hierárquicas e burocráticas às organizações, que repercutiu na proposta ética política transformadora do
    feminismo em quase todos os países da América Latina e do Caribe.
    Esse EFAlac não leva número pois eles geram hierarquias, dão existência a alguns e a outros não, e disso as mulheres e as lésbicas já sabemos suficiente. Por isso que o EFAlac, simplesmente existe. Muitas das companheiras que estão hoje comprometidas na organização, tem participado também do EFA que aconteceu no México em 2009
    assim como aqui na cidade de Porto Alegre em 2010 no EAF – Encontro Autônomo entre Feministas http://mulheresrebeldes.blogspot.com/2009/12/encontroautonomo– entre-feministas.html Também há, em outros lugares do Brasil e na nossa América Abya Yala  (nome que se dava ao nosso continente antes dos colonizadores chegarem). Em 1998 aconteceu Sorata, o encontro Autónomo na Bolivia, dois anos mais tarde teve outro no Uruguay.
    No ano passado, companheiras cúmplices da Colômbia organizaram o ELCAP feminista http://www.elcapfeminista.org/ assim como agora a pouco na Bahia, outro grupo fez, também desde a autonomia e a autogestão o II Festival Vulva La Vida http://festivalvulvalavida.wordpress.com/

    “OUTRO” FEMINISMO: AUTÔNOMO descolonizando mentes, corpos, e ações
    sub-eixos
    1. recuperando as histórias da autonomia na América latina e no caribe. Como caracterizamos a identidade coletiva da autonomia feminista no contexto dos princípios do século XXI? Quais as novas articulações, estratégias e práticas que incorporamos para enfrentar nossos contextos e a aparição de novas problemáticas. Convocamos a fazer uma caminhada para mapear o que caracteriza a autonomia nas últimas décadas.
    2. a autonomia feminista e sua relação com outras propostas críticas e contrahegemônicas a partir dos diversos espaços onde atuamos.
    • Autonomia, movimentos antirracistas e descolonizadores.
    • Autonomia e movimentos anticapitalistas.
    • Autonomia, lesbianidade feminista, e luta contra o regime heterossexual.
    • Autonomia e antimilitarismo.
    • Autonomia e preservação da natureza
    3. O pensar-fazer de nossas apostas-propostas “outras”.
    1. Marco e perspectiva ético-político de um feminismo autônomo contrahegemônico.
    • Autogestão e Autonomias.
    • Teorias e práticas descolonizadoras e autônomas.
    • Relações entre diferentes gerações de feministas autônomas.
    • Relações com outros feminismos da região.
    2. Estratégias regionais e locais para aprofundar este fazer feminista autônomo, contra-hegemônico, antirracista, anticapitalista, antiheterosexista e descolonizador.

    FEMINISMO

    “A idéia de feminismo está envolvida em
    tantos preconceitos e pré-julgamentos, e
    provoca uma aversão às vezes tão grande
    mesmo em pessoas aparentemente abertas,
    que é preciso falar do assunto mais até do
    que o necessário. De todos os movimentos
    mais ou menos revolucionários, que buscam
    formas de organização não necessariamente
    partidárias, o feminismo é o que
    encontra maior resistência à aceitação,
    mesmo por parte daqueles que se pretendem
    contrários ao “sistema” por pensamentos,
    palavras e obras”.
    (…)
    “as críticas aos possíveis equívocos
    de uma prática feminista não podem ser
    estendidas ao feminismo como um todo.
    E se essa generalização indevida parte
    mais comumente dos homens, é bom lembrar
    que o feminismo traz em si uma nova
    maneira de pensar a realidade tanto para
    a mulher quanto para o homem. Portanto,
    embora por motivos óbvios tenha nascido
    entre as mulheres, é uma luta tanto do
    homem quanto delas, porque quer libertálos
    dos papéis rígidos que são obrigados
    a representar, tanto um para o outro,
    quanto nas respostas que dão às exigências
    sociais”.

    ESCRITOS sobre feminismo – nº 0
    publicação do Grupo de Mulheres de
    Porto Alegre

    Costela de Adão.

    ano 1980

    http://www.mulheresrebeldes.org/
    publica%C3%A7%C3%B5es/revistas.html

    As reuniões preparatórias para o EFAlac, são abertas e acontecem todas as quintas-feiras, as 19.30 hs no Comitê Latino-Americano.

  • Liga Juvenil Anti-Sexo 3

     Depois de lançarmos o DVD em parceria com a Imprensa Marginal, começamos a preparar a terceira edição do evento, que será nos dias 4, 5, 6 e 7 de abril.

    Já estamos com algumas atividades e bandas confirmadas: Sonia Hirsch, a banda Rvivr (EUA) e muito mais. Confira aqui as outras atividades e bandas confirmadas.

    Estamos abrindo propostas para grupos, coletivos e pessoas que gostariam de participar com alguma atividade, até o dia 29 de fevereiro de 2012.

    O Liga Juvenil Anti- Sexo é um evento de convergência que pretende trazer para o debate diversos temas relacionados a sexualidade, gênero, corpo, saúde, consentimento, feminismo e queer. O objetivo é reunir indivíduos e coletivos dispostos a compatilhar suas ideias, suas experiências, suas músicas, seus vídeos, suas performances, suas opiniões, seus medos, suas táticas, suas dúvidas ou seu silêncio. E, assim, contribuindo como uma rede de apoio, fazer circular sementes de uma cultura para além das regras escritas e não-escritas do patriarcado hétero e branco.

    Você pode escrever para contato@cultiveresistencia.org e propor sua atividade. Nós estaremos lendo e analisando se sua atividade entrará na programação do evento. Entraremos em contato!

    Entre aqui para saber mais e apoiar o projeto!!
    http://catarse.me/pt/projects/543-liga-juvenil-anti-sexo

    Endereço onde se realizará o evento:

    Dia 4 – Abertura – no CCS – Centro de Cultura Social – na Rua General Jardim, 253 – Sala 22

    Dia 5 e 6 – Serralheria Lapa – Rua Guaicurus, 857

    Dia 7 -Fechamento – Rua São João, 2044 – sala 11
     
    organização: Cultive Resistência – http://cultiveresistencia.org/

  • ENCONTRO FEMINISTA AUTONOMO Latinoamericano y Caribeño





    28 de abril a 1 de maio de 2012 em Porto Alegre-Brasil
    http://efalac.wordpress.com/2012/01/09/efalac-2012/

    Na década de noventa, a autonomia se converteu numa corrente política e teórica do feminismo latino-americano frente aos fenômenos da institucionalização e da dependência dos governos, partidos políticos e da cooperação internacional neocolonial; bem como dos processos de ONGnização do movimento com sua imposição de lógicas hierárquicas e burocráticas às organizações, que repercutiu na proposta ética política transformadora do
    feminismo em quase todos os países da América Latina e do Caribe.
    Esse EFAlac não leva número pois eles geram hierarquias, dão existência a alguns e a outros não, e disso as mulheres e as lésbicas já sabemos suficiente. Por isso que o EFAlac, simplesmente existe. Muitas das companheiras que estão hoje comprometidas na organização, tem participado também do EFA que aconteceu no México em 2009
    assim como aqui na cidade de Porto Alegre em 2010 no EAF – Encontro Autônomo entre Feministas http://mulheresrebeldes.blogspot.com/2009/12/encontroautonomo– entre-feministas.html Também há, em outros lugares do Brasil e na nossa América Abya Yala  (nome que se dava ao nosso continente antes dos colonizadores chegarem). Em 1998 aconteceu Sorata, o encontro Autónomo na Bolivia, dois anos mais tarde teve outro no Uruguay.
    No ano passado, companheiras cúmplices da Colômbia organizaram o ELCAP feminista http://www.elcapfeminista.org/ assim como agora a pouco na Bahia, outro grupo fez, também desde a autonomia e a autogestão o II Festival Vulva La Vida http://festivalvulvalavida.wordpress.com/

    “OUTRO” FEMINISMO: AUTÔNOMO descolonizando mentes, corpos, e ações
    sub-eixos
    1. recuperando as histórias da autonomia na América latina e no caribe. Como caracterizamos a identidade coletiva da autonomia feminista no contexto dos princípios do século XXI? Quais as novas articulações, estratégias e práticas que incorporamos para enfrentar nossos contextos e a aparição de novas problemáticas. Convocamos a fazer uma caminhada para mapear o que caracteriza a autonomia nas últimas décadas.
    2. a autonomia feminista e sua relação com outras propostas críticas e contrahegemônicas a partir dos diversos espaços onde atuamos.
    • Autonomia, movimentos antirracistas e descolonizadores.
    • Autonomia e movimentos anticapitalistas.
    • Autonomia, lesbianidade feminista, e luta contra o regime heterossexual.
    • Autonomia e antimilitarismo.
    • Autonomia e preservação da natureza
    3. O pensar-fazer de nossas apostas-propostas “outras”.
    1. Marco e perspectiva ético-político de um feminismo autônomo contrahegemônico.
    • Autogestão e Autonomias.
    • Teorias e práticas descolonizadoras e autônomas.
    • Relações entre diferentes gerações de feministas autônomas.
    • Relações com outros feminismos da região.
    2. Estratégias regionais e locais para aprofundar este fazer feminista autônomo, contra-hegemônico, antirracista, anticapitalista, antiheterosexista e descolonizador.

    FEMINISMO

    “A idéia de feminismo está envolvida em
    tantos preconceitos e pré-julgamentos, e
    provoca uma aversão às vezes tão grande
    mesmo em pessoas aparentemente abertas,
    que é preciso falar do assunto mais até do
    que o necessário. De todos os movimentos
    mais ou menos revolucionários, que buscam
    formas de organização não necessariamente
    partidárias, o feminismo é o que
    encontra maior resistência à aceitação,
    mesmo por parte daqueles que se pretendem
    contrários ao “sistema” por pensamentos,
    palavras e obras”.
    (…)
    “as críticas aos possíveis equívocos
    de uma prática feminista não podem ser
    estendidas ao feminismo como um todo.
    E se essa generalização indevida parte
    mais comumente dos homens, é bom lembrar
    que o feminismo traz em si uma nova
    maneira de pensar a realidade tanto para
    a mulher quanto para o homem. Portanto,
    embora por motivos óbvios tenha nascido
    entre as mulheres, é uma luta tanto do
    homem quanto delas, porque quer libertálos
    dos papéis rígidos que são obrigados
    a representar, tanto um para o outro,
    quanto nas respostas que dão às exigências
    sociais”.

    ESCRITOS sobre feminismo – nº 0
    publicação do Grupo de Mulheres de
    Porto Alegre

    Costela de Adão.

    ano 1980

    http://www.mulheresrebeldes.org/
    publica%C3%A7%C3%B5es/revistas.html

    As reuniões preparatórias para o EFAlac, são abertas e acontecem todas as quintas-feiras, as 19.30 hs no Comitê Latino-Americano.